domingo, 5 de dezembro de 2010

O Domingo é sagrado

O Domingo é sagrado!Uns vão à missa. Outros lavam o carro(mesmo a chover!). Outros ainda cortam a relva. E ainda há quem saía da cama para ir tomar o pequeno-almoço à pastelaria. Mas aqui a malta é avessa a tudo isto. Aqui a malta salta cedo da cama, faça chuva(hoje por acaso chovia!), ou faça sol e vai andar de bicicleta.
Um Domingo sem bicicleta é sinónimo de uma semana de trabalho terrível. Uma semana de pura depressão. Ainda vamos mais longe. Um Domingo sem umas arranhadelas nas pernas, sem uns single tracks percorridos, umas sandes mistas a meio de manhã, um café, e a companhia dos amigos, deixa-nos... Deixa-nos... Nem sei como nos deixa! Solução andar de bicicleta
Estas são algumas das razões que nos fazem sair da cama para ir andar de bicicleta mesmo em dias de chuva como hoje. A quem chame a isto outras coisas como: Dependência!
O que mais há a dizer acerca desta manhã de BTT?
Que tivemos a companhia do Trigo (aparece mais vezes!És sempre bem vindo amigo).
O Diogo, ao fim de um mês saiu da toca e também apareceu. Aparece mais vezes.
O Manuel hoje não veio, foi falar com o padre. O nó está a apertar! Eh! Eh!
Os outros que apareceram são os habitués: O Filipe, o Zé Carlos, e o Nuno.
E para finalizar, a volta hoje resume-se a "meia-dúzia de quilómetros" sempre em single track ali para as bandas de Ançã.

Quarta-feira há mais.

Boas pedaladas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A lama está de volta

Defendida por alguns para tratamentos de beleza, odiada por outros pelo rasto de sujidade que deixa à sua volta, a lama regressou para regozijo nosso.

Sem dúvida que a lama é inteiramente defendida aqui pela malta. Para além dos belíssimos tratamentos de pele que fazemos às nossas pernas, proporciona-nos uns não menos belíssimos momentos de bicicleta.
O que há dizer daquelas subidas que aparentemente são tão simples de transpor e que na presença da nossa eterna amiga lama, tornam-se difíceis ossos duros de roer. Ou então, o que dizer dos pneus que se tornam num pequeno ápice em super pneus com medidas desmesuradas. De referir ainda a nossa roupa de lycra, que fica parcialmente cravejada da dita cuja, tendo como única solução uma boa mangueirada de água a alta pressão de forma a restituir a sua cor original. Que dizer dos pedais. Esse elemento mecânico que cria uma simbiose tão peculiar entre o ciclista, o sapato, e a bicicleta. Simbiose esta, revogada abruptamente pela nossa amiga a lama.
E os sapatos? Aos quais ela se apega tão inoportunamente. O que mais gostamos é de tirar a lama com um pauzito, para de seguida voltar a por os sapatos na lama.
E mais ainda. O que dizer dos Magura HS33 da bicicleta do Filipe?! Não seriam os mesmos se não tivessem a companhia da nossa amiga lama. Aquele característico acumular de lama na zona de travagem proporciona belos momentos fotográficos.
Em suma, a lama granjeia seguidores e detractores, e possibilita-nos a criação desta corrente filosófica tão inspiradora.
Iremos defender acerrimamente a lama, porque neste corrente filosófica acabada de criar com a chancela do: Filipe, Zé Carlos, Nuno e Manuel, estão em falta sub temas importantíssimos que têm o seu espaço próprio dentro desta corrente tão inspiradora, e entusiasta. A devido tempo adicionaremos estes sub temas a este novo método de filosofar.
Resta dizer que andámos na zona de Barcouço, e o cavalo de ferro voltou.

Boas pedaladas.

domingo, 14 de novembro de 2010

Chuva?! Está um dia maravilhoso, nem pinga!

Estava para aqui a pensar como haveria começar este tópico, e não está fácil...
Vamos lá ver o que vai sair daqui.

7h40 da manhã, recebo uma SMS com o texto que passo a transcrever: ..."Bom dia, acho que hoje vou ficar a ouvir a chuva a cair. Abraço"...
E a resposta foi a seguinte: ..."Bom dia, está um dia maravilhoso nem pinga. Queres é ficar com a perna lisa! Abraço"...
Novo contra-ataque: ..."Só se for ai na tua terra"..., ao qual me recusei a responder, até que temos um volte face: ..."Então espera por mim. O tempo parece que melhorou"...

Depois desta conversa de SMS's que não interessa a ninguém, à que reter a seguinte afirmação: ..."Sendo o ser humano um animal de hábitos é muito avesso a mudanças"... Que não se relaciona com nada do que foi escrito para trás, mas apetece-me escrever isto!
Hoje para ser diferente, encontrámo-nos na ponte dos Casais e não chovia, logo algo de diferente. Ou seja, no ponto de encontro encaixamo-nos perfeitamente nesta afirmação. Contudo quanto à chuva contradizemos a dita afirmação. E mais ainda, a incessante busca que temos na descoberta de novos caminhos aniquila a dita-cuja.
Continuando sem qualquer nexo.
Saímos da ponte dos Casais em direcção à mata da Geria, onde demos início à nossa manhã de single tracks. Abertura de um single track até à entrada para S. João do Campo. Atravessámos a vila e depois continuámos na senda dos single tracks até à zona de Ançã. Finalmente conseguimos descobrir um single track desde S. João do Campo até à entrada para Ançã, um daqueles que é sempre com a pulsação nos 180 batimentos, como diz o Filipe. Resumindo, uma verdadeira maravilha.
Como ainda não estávamos satisfeitos, especialmente o Zé, hoje estava inspirado, continuámos a nossa descoberta de single tracks nas redondezas de Ançã. E a coisa correu muito bem, muitos e bons trilhos que desbravámos.
Apenas tivemos um pequeno contratempo, a entrada numa zona de pinhal em que o dono tinha tudo vedado com rede, nada que não resolvemos rapidamente ao descermos uma barreira.
Contudo o tempo foi passando e infelizmente chegou a hora de regresso a casa. No entanto não terminámos a nossa manhã sem voltarmos a percorrer o single track que vem desde a entrada de Ançã até S. João do Campo, e claro que o percorremos na companhia dos 180 batimentos.

Querem mais? Agora só para a semana, se o blog for actualizado!

Está em falta a contagem dos participantes desta manhã de BTT. Quatro! O Filipe, o Zé Carlos, o Manuel, e o Nuno.
Quem quiser o track GPS é só pedir!
Até para a semana, e boas pedaladas.

Felizmente e finalmente acabou este turbilhão de palavras!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A meteorologia fintou-nos

A volta do passado Domingo estava programada há muito tempo. Numa fase inicial o programa das festas seria uma volta em Arganil. Contudo uma indisponibilidade do mentor desta volta, levou-nos a alterar os planos e após uma breve conversa o objectivo passou a ser, ligar a ponte dos Casais a Penacova sempre por trilhos. Alcatrão apenas para curtíssimos trajectos.
Proporcionava-se mais um dia épico em cima da bicicleta, no entanto a meteorologia fintou-nos. A forte chuva do dia anterior não augurava um dia muito melhor para Domingo. As previsões saíram completamente ao lado. A chuva não deu tréguas.
Tínhamos combinado encontro pelas 8h30 na ponte dos Casais, contudo a forte chuva baralhou-nos um pouco a hora de encontro.
Saímos da ponte dos Casais depois das 9h na companhia de uma chuva intensa em direcção à circular externa de Coimbra para entrarmos nos trilhos em direcção à Mata de Vale de Canas. Ao chegarmos a Vale de Canas e após a subida até à referida mata, era hora de descer e voltar a subir até à Carapinheira da Serra. Voltámos a descer um pouco e mais uma subida até ao Roxo. Por esta altura tínhamos 28 quilómetros percorridos, mais de 1100 metros de desnível acumulado e estávamos molhados até "à cueca". Volta a descer e mais uma longa e dura subida até à Aveleira.
Com o adiantar da hora, já passava do meio-dia, o estômago vazio, a chuva que não nos dava tréguas resolvemos interromper a nossa volta de BTT e descer em direcção ao Lorvão via alcatrão para depois seguirmos para Penacova, para uma paragem estratégica no Côta para comermos uma bifana.
O caminho de regresso a casa foi via a estrada que liga Penacova a Coimbra na companhia do Mondego e de uns raios de sol que resolveram despontar por entre as nuvens negras.

A conclusão desta épica volta terá de ficar para uma próxima oportunidade na companhia de sol radioso de Inverno.

Para a história fica a dose de loucura de cinco meninos, Paulo, o Nuno, o Zé Carlos, o Manuel e o Filipe, que resolveram deixar o conforto das suas camas para um belo dia de chuva na companhia das suas bicicletas
Serão meninos ou homens de barba rija?

Boas pedaladas.