sábado, 23 de junho de 2012

Llegamos a Santiago Compostela

Está concluída mais uma aventura.
No passado dia 16 de Junho saímos de Coimbra em direcção a Leon para percorrermos o Caminho de San Salvador, mais o Caminho Primitivo de Santiago de Compostela.
O caminho de San Salvador começa em Leon e termina em Oviedo, no coração das Astúrias. Quanto ao Caminho Primitivo que tem inicio em Oviedo e termina em Santiago Compostela. Também este caminho, tem grande parte do seu percurso na região das Astúrias. No entanto, na parte final entramos na região da Galiza.
Foi uma aventura... que vai ser difícil de transpor para palavras. Mas vamos contar-vos o que vivemos nestes últimos dias. Passámos por locais magníficos, nos 5 dias e uns "pozes" que tivemos de viagem. 
Percorremos, 500 quilómetros de bicicleta, que totalizaram mais de 13 000 metros de acumulado positivo em subidas, para na 5ª feira, dia 21 de Junho, entrarmos na Plaza Obradoiro em Santiago de Compostela emocionados, e muito, mais muito felizes pela conclusão de mais esta aventura.
Nos próximos dias faremos um relato para cada um dos dias da nossa viagem, e acrescentaremos mais fotos. Vão estando atentos, porque temos muito para contar.

Boas pedaladas.

domingo, 13 de maio de 2012

Passeio pela cachoeira

Há muitos dias que não aparecíamos para vos contar as nossas aventuras. Contudo não temos estado parados. E vamos regressar em grande. Vamos lá ao nosso périplo desta manhã. 
Como é habitual, a ponte dos Casais foi o local de encontro. Reunida a malta, ou quase toda, porque tivemos que atrasar um pouco o arranque devido ao atraso do Sérgio.
Agora sim! Reunida a malta toda, fizemo-nos ao caminho em direcção à Ribeira de Frades. Subimos em direcção ao Espirito Santo das Touregas, e continuámos até ao IParque pelo nosso maravilhoso rompe pernas. É um pouco narcisista a frase ..."nosso maravilhoso rompe pernas"..., mas é a pura da realidade.  É nosso!Continuado...
Do IParque, seguimos para a Quinta do Limoeiro e depois subimos em direcção ao alto de Santo Amaro para percorrermos os belos single tracks dos muros.
Após voarmos por cima das pedras dos single tracks do alto de Santo Amaro, virámos em direcção a Assafarge e subimos o monte para depois descê-lo em direcção à Portela do Gato, onde parámos para a bucha da manhã.
Retemperadas as forças, regressámos às bikes e descemos para a Torre de Bera.
Atravessámos o lugar, e um pouco mais à frente lá estava a famosa atalaia militar que remonta à época da Reconquista Cristã, pelo que consegui apurar na pouca informação que existe. Tem uma escadaria em metal que nos leva até ao topo para contemplarmos a bela vista sobre o vale, onde aproveitámos para realizar uma pequena sessão fotográfica.
Conquistada a torre, era hora de ir ao encontro de umas famigeradas quedas de águas(cachoeiras, vou utilizar este brasileirismo!) que temos procurado incessantemente na zona. Inclusive perguntámos a habitantes da zona e nunca ninguém nos soube responder, mas tanto fuçámos que elas apareceram.
Mas antes de lá chegarmos, ainda tivemos direito a um brutal single track que nos levou até ao fundo do vale. E a partir daí percorremos uns quintais, fuçámos, e voltámos a fuçar, e "Eureka" lá estava a belíssima queda de água. Alegria total. Sorrisos, e quem é o primeiro a entrar na água?
O primeiro a entrar dentro de água foi o Filipe, e depois foi o resto da malta atrás para pousarem para a fotografia.
Enquanto tirávamos fotografias, andava o Bruno às voltas nos quintais até que se ouve ..."Aqui há uma ainda maior!"
E se era maior! É a que podem ver na foto acima. Contudo a muita vegetação que existe à volta deixa-a escondida nas fotografias. Apenas a podemos transportar na nossa mente!
Saímos maravilhados do local, e com vontade de regressar no Verão para darmos um mergulho.
Das quedas de água, subimos novamente à Torre de Bera e depois rumámos para o Marco dos Pereiros e descemos pelo nosso, posso voltar-lhe a chamar nosso porque não há sinal de que passe ali mais alguém naquela maravilhosa descida repleta de ganchos apertados que termina nas Lajes.

Terminámos a nossa manhã com uma passagem pelo Choupal.

O Zé Carlos, que foi o percursor desta procura das quedas de água na Torre de Bera infelizmente acabou por não conhecer o local. Tinha um compromisso e regressou a casa a seguir à bucha. Contudo fica prometida uma nova visita.

Para a próxima levo as bóias para os braços para poder dar uns mergulhos!

Até lá... boas pedaladas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Domingo relaxado

No passado Domingo, demos uma volta relaxada.
Como é habitual nesta época do ano encontrámo-nos na ponte dos Casais, e seguimos caminho em direcção à Geria para subirmos em direcção ao marco geodésico.
Após a passagem pelo marco geodésico, continuámos caminho em direcção a Rios Frios,onde voltámos a acertar a bússola para Barcouço. Contudo antes da chegada a Barcouço, demos umas três voltas num pinhal para tentar encontrar um caminho. Como não havia solução, tivemos que voltar ligeiramente atrás para seguirmos por zonas nossas conhecidas. 
Em Barcouço, fizemos uma paragem para a bucha da manhã, tendo a malta depois seguindo para Santa Luzia, onde atravessámos a N1, e de seguida descemos para a Marmeleira. 
Na Marmeleira, demos um pouco largas à imaginação, e percorremos alguns trilhos pelos quais nunca tínhamos passado. E que nos levaram às imediações de Souselas.
Percorremos alguns trilhos conhecidos, o Bruno descobriu o single track "sem saber ler nem escrever" que nos levou ao Lôgo de Deus, e por fim descemos em direcção a Eiras.
Terminámos a manhã com uma fugaz passagem pelo Choupal.

Boas pedaladas.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

2ª Edição Poiares Sempre a Subir

Hoje reeditámos uma volta que fizemos no ano passado e ficou baptizada com o sugestivo nome "Poiares Sempre a Subir".
Como foi reeditada, será a partir desta data uma das nossas clássicas.
O percurso até Poiares é muito simples. Subimos por terra desde a zona da Circular Externa de Coimbra até à Cova do Ouro. Descemos ligeiramente para o vale do Roxo e voltamos a subir até ao cemitério da Aveleira. E depois não tem nada que saber. Descemos para o Lorvão onde paramos para a bucha e terminamos a manhã com a subida para os Moinhos da Atalhada. Descemos para Poiares para um almoço de chanfana e para terminarmos o dia subimos ao Carvalho e descemos em direcção a Coimbra. Esta foi a volta que demos no ano passado.
Do que acabei de descrever foi cumprido na integra até aos moinhos da Atalhada, no entanto tivemos uma companhia adicional. Chuva! E mais Chuva! E da grossa!
Até aos Moinhos da Atalhada tudo foi correndo sobre rodas. Ou mais ou menos. O tipo que leva o GPS engana-se constantemente. Nem a seguir o risco ele acerta no caminho correcto! 
Agora a partir dos moinhos...
Sendo o Trigo um homem de Poiares, supostamente conhece a zona. Não podíamos estar mais enganados. 
Quando começámos a descer dos moinhos começaram (ele e o Bruno, que também ajudou à festa)a inventar no caminho a seguir para Poiares. Eh! Eh! Eh! E o resultado foram voltas e mais voltas no meio da serra. Sobe e desce. E para ajudar ainda mais, o homem do GPS entrou em acção. Claro que deu asneira. como seria de esperar! Após muitas voltas chegámos a uma povoação, Ribas de Cima. 
Em Ribas de Cima, encontrámos um senhor que nos deu as indicações para Poiares. E não tinha nada que saber! Bastava voltar a subir em direcção à zona dos moinhos. O que não era nada agradável. 
Ainda fizemos umas centenas de metros para trás. Contudo, o estado em que estávamos (molhados até aos ossos) e o tempo que demoraríamos até Poiares, levou-nos a optar por um segundo plano e deixarmos a chanfana para outro dia.
Regressámos a Ribas de Cima e descemos para Penacova para uma paragem no café Côta para comermos umas bifanas acompanhadas por "sumo de cevada" para tentarmos aquecer o corpo.
Após a o leve almoço, regressámos as bicicletas para percorremos a estrada de Penacova até Coimbra acompanhados como não podia deixar de ser, pela nossa amiga intima, chuva. E acabou por nos acompanhar até casa.
Até as fotos são muito escassas! A máquina tem aversão à chuva!
Foi tão bom que,  saímos de casa a chover, e chegámos a casa a chover!
Esta 2ª edição do Poiares Sempre a Subir vai ficar gravada nas nossas memórias. 
Foi uma volta de guerreiros. Pelos quilómetros que percorremos (mais de meia-dúzia!). Pelo acumulado em subida (mais de 200 metros!). Mas acima de tudo, pelas condições climatéricas (a chuva não nos deu um minuto de tréguas, e não estou a exagerar!)
Falta referência quem apareceu para esta 2ª edição do Poiares Sempre a Subir: o Zé Carlos, o Trigo, o Bruno, o João, o Manuel, o Mateus que foi o protagonista da frase do dia quando subíamos para a Aveleira ..."Já vou sem som nem imagem"... tal era a dificuldade da subida, e o Nuno o homem do GPS!

Boas pedaladas.