quarta-feira, 2 de maio de 2012

Domingo relaxado

No passado Domingo, demos uma volta relaxada.
Como é habitual nesta época do ano encontrámo-nos na ponte dos Casais, e seguimos caminho em direcção à Geria para subirmos em direcção ao marco geodésico.
Após a passagem pelo marco geodésico, continuámos caminho em direcção a Rios Frios,onde voltámos a acertar a bússola para Barcouço. Contudo antes da chegada a Barcouço, demos umas três voltas num pinhal para tentar encontrar um caminho. Como não havia solução, tivemos que voltar ligeiramente atrás para seguirmos por zonas nossas conhecidas. 
Em Barcouço, fizemos uma paragem para a bucha da manhã, tendo a malta depois seguindo para Santa Luzia, onde atravessámos a N1, e de seguida descemos para a Marmeleira. 
Na Marmeleira, demos um pouco largas à imaginação, e percorremos alguns trilhos pelos quais nunca tínhamos passado. E que nos levaram às imediações de Souselas.
Percorremos alguns trilhos conhecidos, o Bruno descobriu o single track "sem saber ler nem escrever" que nos levou ao Lôgo de Deus, e por fim descemos em direcção a Eiras.
Terminámos a manhã com uma fugaz passagem pelo Choupal.

Boas pedaladas.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

2ª Edição Poiares Sempre a Subir

Hoje reeditámos uma volta que fizemos no ano passado e ficou baptizada com o sugestivo nome "Poiares Sempre a Subir".
Como foi reeditada, será a partir desta data uma das nossas clássicas.
O percurso até Poiares é muito simples. Subimos por terra desde a zona da Circular Externa de Coimbra até à Cova do Ouro. Descemos ligeiramente para o vale do Roxo e voltamos a subir até ao cemitério da Aveleira. E depois não tem nada que saber. Descemos para o Lorvão onde paramos para a bucha e terminamos a manhã com a subida para os Moinhos da Atalhada. Descemos para Poiares para um almoço de chanfana e para terminarmos o dia subimos ao Carvalho e descemos em direcção a Coimbra. Esta foi a volta que demos no ano passado.
Do que acabei de descrever foi cumprido na integra até aos moinhos da Atalhada, no entanto tivemos uma companhia adicional. Chuva! E mais Chuva! E da grossa!
Até aos Moinhos da Atalhada tudo foi correndo sobre rodas. Ou mais ou menos. O tipo que leva o GPS engana-se constantemente. Nem a seguir o risco ele acerta no caminho correcto! 
Agora a partir dos moinhos...
Sendo o Trigo um homem de Poiares, supostamente conhece a zona. Não podíamos estar mais enganados. 
Quando começámos a descer dos moinhos começaram (ele e o Bruno, que também ajudou à festa)a inventar no caminho a seguir para Poiares. Eh! Eh! Eh! E o resultado foram voltas e mais voltas no meio da serra. Sobe e desce. E para ajudar ainda mais, o homem do GPS entrou em acção. Claro que deu asneira. como seria de esperar! Após muitas voltas chegámos a uma povoação, Ribas de Cima. 
Em Ribas de Cima, encontrámos um senhor que nos deu as indicações para Poiares. E não tinha nada que saber! Bastava voltar a subir em direcção à zona dos moinhos. O que não era nada agradável. 
Ainda fizemos umas centenas de metros para trás. Contudo, o estado em que estávamos (molhados até aos ossos) e o tempo que demoraríamos até Poiares, levou-nos a optar por um segundo plano e deixarmos a chanfana para outro dia.
Regressámos a Ribas de Cima e descemos para Penacova para uma paragem no café Côta para comermos umas bifanas acompanhadas por "sumo de cevada" para tentarmos aquecer o corpo.
Após a o leve almoço, regressámos as bicicletas para percorremos a estrada de Penacova até Coimbra acompanhados como não podia deixar de ser, pela nossa amiga intima, chuva. E acabou por nos acompanhar até casa.
Até as fotos são muito escassas! A máquina tem aversão à chuva!
Foi tão bom que,  saímos de casa a chover, e chegámos a casa a chover!
Esta 2ª edição do Poiares Sempre a Subir vai ficar gravada nas nossas memórias. 
Foi uma volta de guerreiros. Pelos quilómetros que percorremos (mais de meia-dúzia!). Pelo acumulado em subida (mais de 200 metros!). Mas acima de tudo, pelas condições climatéricas (a chuva não nos deu um minuto de tréguas, e não estou a exagerar!)
Falta referência quem apareceu para esta 2ª edição do Poiares Sempre a Subir: o Zé Carlos, o Trigo, o Bruno, o João, o Manuel, o Mateus que foi o protagonista da frase do dia quando subíamos para a Aveleira ..."Já vou sem som nem imagem"... tal era a dificuldade da subida, e o Nuno o homem do GPS!

Boas pedaladas.

A magia continua...


Não pensem que andamos a ler algum livro do grande Harry Houdini! Andamos simplesmente a passear de bicicleta.
No Domingo regressámos aos trilhos da zona do IParque e de Assafarge. Gostámos tanto que resolvemos regressar.
A parte inicial foi muito semelhante a da semana anterior, com paragem em Antanhol para a bucha da manhã.
A seguir à bucha, surgiram as novidades. Começámos a inventar, e quando seguíamos em direcção a Assafarge, encontrámos uma pequena entrada para um trilho. Como a malta é muito curiosa, lá seguimos com entusiasmo. À medida que os metros foram passando o entusiasmo crescia. Estávamos a percorrer um belo single track, com secções de pedra. 
No entanto, o entusiasmo desvaneceu-se. Após muitos metros percorridos terminámos numa zona sem saída. Solução?
Simples, calcar mato e riscar o cromado.E anda calcámos algum até uma zona nas imediações de Assafarge nossa conhecida. Continuámos a percorrer alguns trilhos, mas com o adiantar da hora, impunha-se o regresso a Coimbra.
E não há nada melhor que um regresso com invenção. E após algumas tentativas goradas, lá conseguimos descer até ao Marco dos Pereiros. 
Do Marco dos Pereiros, descemos para as Lajes a todo o gás por um trilho nosso conhecido.
Para recordar fica, o sorriso de menino do Paulo após percorrer o single track desde o alto de Santo Amaro. E os outros não se fizeram de rogados e acampanharam-no com algazarra.
Voltámos a viver um belíssima manhã de BTT, num ambiente de amizade brutal que nos transporta para o mundo mágico do BTT Aventura e Desporto.

Boas pedaladas, e esperemos que tenham magia!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Será esta a magia do BTT?

A manhã começou com muita indecisão. 
Saímos da ponte dos Casais em direcção à Ribeira de Frades sem nenhuma certeza do caminho a seguir. Virámos para o Moinho do Calhau, e nova indecisão. Para aqui! Para ali! 
Por fim lá nos decidimos subir em direcção ao Espírito Santo da Touregas por terra.
Iríamos percorrer trilhos nossos conhecidos até ao IParque de Coimbra. Escrevi muito bem "iríamos"! Mas no fim da primeira subida,  ou melhor da primeira parede, resolvemos dar largas à imaginação e começámos a percorrer alguns trilhos novos. Até ao IParque fomos presenteados com um belo rompe pernas. No IParque fizemos um pequeno rescaldo aos quilómetros que tínhamos acabado de percorrer. Resultado do rescaldo: belíssimos momentos de BTT, com uns single tracks à mistura. Mas ainda há mais.
Do IParque descemos para os Carvalhais, e voltámos a dar largas à imaginação na descoberta de um novo single track. Contudo o resultado não foi muito bom. Terminámos num quintal. Voltámos atrás e como estava a chegar a hora da bucha fomos à pastelaria de Antanhol comer a nossa tradicional sandes mista.
Depois da bucha, voltámos um pouco atrás, e mais uma tentativa gorada na procura do trilho certo.  Afinas as agulhas e subimos à capela do Senhor da Serra em Assafarge. Lá em cima, tirámos uma foto de grupo, demos uma volta ao "bilhar grande" e ouve-se:
..."Vamos descer por aqui! Deve ir dar a algum lado!"..
E se deu! Um belíssimo single track monte abaixo, ladeado por uns muros de pedra. E pelo meio umas secções em pedra para apurarmos a técnica. 
Maravilhoso! 
Os nossos sorrisos de criança, comprovavam os curtos minutos de magia que vivemos a percorrer aquele trilho.
Nos minutos seguintes não falámos noutra coisa.
Continuámos caminho, e continuámos a dar largas à imaginação. Passo a redundância. Começámos a subir por um trilho fechado e quando demos por nós, estávamos novamente a caminhar em direcção ao Senhor da Serra. 
Ao chegarmos ao topo, a solução era óbvia. Voltar a percorrer o single track. Contudo não foi isso que aconteceu. O Zé Carlos deu uma volta ao "bilhar grande" e ..."É por aqui!"... ..."Ainda há mais!"...
Mais um single track ladeado por muros, mas desta vez no sentido oposto ao anterior. E como é óbvio novo momento de frenesim. E mais sorrisos!
Com uma alegria contagiante, percorremos mais alguns trilhos que nos levaram até à estrada que segue em direcção ao Marco dos Pereiros.
Com as horas a passarem, resolvemos subir ao Marco dos Pereiros por alcatrão e depois descer para as Lajes por um trilho nosso conhecido. Atravessámos a Ponte Rainha Santa, fizemos uma passagem pelo Choupal onde encontrámos o Quim e o Aguiar (estamos à vossa espera para irmos aos single tracks a Arazede) e por fim seguimos em direcção a casa, recordando a belíssima manhã que passámos. 
A manhã que não prometia ter grande história, transformou-se numa manhã mágica de BTT.

Será esta a magia do BTT? Fica a pergunta, e aguardamos as vossas respostas. Porque vocês acabaram de ler a nossa resposta.

Boas pedaladas.