segunda-feira, 12 de março de 2012

A saga continua. Sicó parte II

A saga pela belíssima serra do Sicó continua.
Já vamos no segundo fim-de-semana consecutivo. 
Marcámos ponto no sitio do costume, mas devido a alguns contratempos houve malta que chegou um pouco atrasada. Já passavam alguns minutos da hora quando saímos da ponte dos Casais em direcção a Arzila pelo Baixo Mondego.
De Arzila, seguimos em direcção ao Sebal a todo o gás e ainda não eram 10h, e já estávamos sentados a comer a bucha em Condeixa-a-Nova. O objectivo foi aconchegar o estômago um pouco antes de entrarmos no coração do Sicó.
O objectivo foi mais do que cumprido. Da pastelaria rumámos em direcção às ruínas de Conimbriga, e daí tomámos a direcção do Poço.
Antes de chegarmos ao Poço virámos à direita e subimos a serra em direcção ao local onde no passado Domingo tínhamos abandonado o track. 
Trepámos até ao local ode tínhamos ficado na passada semana e continuámos a trepar até ao topo do monte. Lá em cima tivemos direito a duas belíssimas recompensas, após esforço despendido na subida. A primeira, um brutal single track na crista do monte que terminou junto ao nosso conhecido single track das varandas. E a segunda, foi a oportunidade que todos tivemos de contemplar a Serra do Sicó num belíssimo dia de sol, acompanhados por incomensurável céu azul. A foto abaixo é um exemplo do que experienciámos na primeira pessoa, e que é impossível transmitir em palavras. 
Junto à bifurcação que nos leva ao single track das varandas, virámos à direita em direcção à povoação. Entrámos na povoação por um caminho ladeado por muros altos em pedra. Na povoação olhámos para o relógio e verificámos que a hora estava a ficar um pouco adiantada, e começámos a delinear o caminho de regresso a Condeixa. Pelo meio ainda tivemos tempo para uns enganos.
Passámos por Condeixa e depois seguimos em direcção aos Palhagões, seguiu-se Pereira onde parámos para comer uma laranja, e por fim casa.
Para trás, ficaram mais uns quilómetros do track percorridos, contudo ainda estão muitos em falta. Temos de continuar a percorrê-los paulatinamente (isto é pura mentira, para quem nos conhece!) para desfrutarmos  da beleza da Serra do Sicó.


Até para a semana, e boas pedaladas.

segunda-feira, 5 de março de 2012

O tímido regresso da lama. Sicó parte I

Ontem tivemos um tímido regresso da chuva. E como a chuva não nos assusta, fomos sujar um bocadito os pneus com lama.
Marcámos ponto no local habitual, e após uns dedos de conversa fizemo-nos ao caminho em direcção a Conimbriga. 
O nosso objectivo era percorrer alguns dos trilhos do Trail de Conimbriga Terras do Sicó que se realizou no passado fim-de-semana. Esta ideia surgiu de uma conversa com o nosso amigo Nini que agora anda mais dedicado ao Trail Running, e sugeriu-nos percorrer alguns dos trilhos que tinha feito.
Como a malta gosta de ouvir que sabe da poda, seguimos para Conimbriga onde começámos a percorrer os primeiros trilhos.
Os primeiros quilómetros foram maravilhosos. Uma bela subida, longa, inclinada, e molhada. Resultado: reclamações, injurias, e coisas do género porque não devíamos ter ido ao Sicó a chover. Mas como tudo o que sobe também desce, as reclamações passaram a sorrisos, e passaram a sorrisos rasgados quando se ouve dizer que a tasca do Manuel Júlio era já ali. Ou mais ou menos. Até lá tivemos direito a percorrer um single track nosso conhecido.
No Manuel Júlio retemperámos forças com uns, (mais do que um, e do que dois!) queijos frescos do  Rabaçal, regado com sumo de maçã com grau para uns, e para outros a tradicional "fita-cola".
Retemperadas as forças, continuámos a seguir o risco do GPS. Mal saímos da tasca e depois de "meia-dúzia" de metros começámos a percorrer um single track desconhecido. Este não o tínhamos no nosso escaparate. Mas já cá está guardado para uma futura utilização.
Continuámos caminho em direcção ao Poço, e como a hora já estava adiantada retomámos o caminho em direcção a Conimbriga.
No caminho para Coimbriga ainda tivemos tempo para um contacto em primeiro grau com uma saramantiga. Tirámos uma foto e continuámos caminho. No entanto, este fugaz contacto não nos deixou indiferentes. É este contacto com a Natureza que nós faz ao Domingo de manhã saltar da cama com o maior prazer para andar de bicicleta. 
Deixemos o anfíbio, e continuemos. 
Após a nossa passagem por Conimbriga, seguimos para Condeixa, Sebal, Palhagões e finalmente Pereira, onde cada um rumou a casa para o merecido almoço.
Ainda temos alguns quilómetros deste percurso para percorrer, mas em breve serão desbravados.

Boas pedaladas, até Domingo. 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma manhã de...

...uma manhã de single tracks pois está claro.
Picámos o ponto no sitio do costume. A ponte dos Casais. Demos dois dedos de conversa, e fizemo-nos ao caminho em direcção a S. Silvestre. 
Até S. Silvestre percorremos alguns caminhos pelo Baixo Mondego, com passagem pela mata do Camalhão. Continuámos em direcção a S. Marcos, passámos pelos Casais de Vera Cruz, e entrámos num trilho de terra que nos levou aos Fornos para darmos inicio à nossa  manhã de single tracks. 
Antes da bucha tivemos um pequeno aperitivo entre o Zambujal e Arazede. Depois da bucha em Arazede, voltámos ao Zambujal e entrámos no carrossel de single tracks até à Povoa da Lomba. Pelo meio fizemos uma assistência técnica rápida na bicicleta do João, corrente partida.
Da Povoa da Lomba, voámos para a Pena por um single track nosso conhecido que termina junto ao lagar de Azeite. Como ainda era muito cedo, subimos e descemos a pedreira, sempre a trilhar o risco.
No entanto, a malta continuava insatisfeita, ainda não tinham percorrido muitos single tracks!
Fizemos uma pequena ligação da pedreira, até Portunhos por alcatrão, subimos em direcção à variante e lá apareceram mais uns quilómetros de single track até Ançã. E será que ficou por aqui?
Não claro que não.
Mais um pequeno troço de ligação, para nova sessão entre Ançã e S. João do Campo, sempre a levantar poeira.
E... agora sim, infelizmente chega ao fim a nossa manhã de bicicleta.
Apenas vos digo, venham mais destas e de outras, pois está claro! A malta quer é nadar de bicicleta!
Resta escrever que hoje fomos muitos: o Zé Carlos, o Filipe, o Bruno, o Paulo, o Trigo, o Nuno, o Aguiar, o Nuno (o que é pequenito! o Llavero), e o João que voltou após uma curta ausência.

Boas pedaladas, até Domingo!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ainda existem alguns felizardos

É uma grande verdade a frase que dá título a este post. Digo-vos mais, foram quatro os felizardos!
Saímos da ponte dos Casais em direcção a S. João do Campo atravessando a mata da Geria. Depois de atravessarmos S. João do Campo, seguimos em direcção a Ançã com um objectivo traçado. Percorrer um single track que existe ao lado da variante de Portunhos. 
Após algumas volta à procura da entrada, a solução foi saltar a vedação em rede da variante e ir ao encontro do single track. E lá apareceu o dito cujo. É bem interessante, e apenas necessita de uma ou outra zona corrigida para ficar perfeito.
Descoberto o single track, seguimos caminho em direcção à pedreira na Pena, para mais um sobe e desce em single track até à Pena.
Passámos a Pena, e voltámos a entrar um carrossel de single tracks até à Povoa da Lomba. Continuámos caminho até Canatnhede, onde parámos para a bucha da manhã.
Depois da bucha e para não perdermos o ritmo continuámos nos single tracks. Regressámos à zona da Povoa da Lomba e entrámos num carrossel interminável de single tracks até ao Zambujal, uma aldeia relativamente próxima de Arazede. Tivemos para todos os gostos. Com pedra, a subir, a descer, com saltos... Resumindo somos uns "addicts" em single tracks.
Após passarmos o Zambujal, percorremos alguns caminhos em zona de pinhal até Andorinha. Ainda tivemos tempo para passar em S. Marcos, e finalizámos a nossa manhã em S. Silvestre onde deixámos o Filipe que seguiu para a outra margem. Quanto à malta da margem de cá, arranjou tempo para passar no single track da rua da Mata.

Depois de tantos single tracks, posso-vos dizer que ainda queremos mais.

No Domingo temos mais, até lá...

Boas pedaladas.