segunda-feira, 5 de março de 2012

O tímido regresso da lama. Sicó parte I

Ontem tivemos um tímido regresso da chuva. E como a chuva não nos assusta, fomos sujar um bocadito os pneus com lama.
Marcámos ponto no local habitual, e após uns dedos de conversa fizemo-nos ao caminho em direcção a Conimbriga. 
O nosso objectivo era percorrer alguns dos trilhos do Trail de Conimbriga Terras do Sicó que se realizou no passado fim-de-semana. Esta ideia surgiu de uma conversa com o nosso amigo Nini que agora anda mais dedicado ao Trail Running, e sugeriu-nos percorrer alguns dos trilhos que tinha feito.
Como a malta gosta de ouvir que sabe da poda, seguimos para Conimbriga onde começámos a percorrer os primeiros trilhos.
Os primeiros quilómetros foram maravilhosos. Uma bela subida, longa, inclinada, e molhada. Resultado: reclamações, injurias, e coisas do género porque não devíamos ter ido ao Sicó a chover. Mas como tudo o que sobe também desce, as reclamações passaram a sorrisos, e passaram a sorrisos rasgados quando se ouve dizer que a tasca do Manuel Júlio era já ali. Ou mais ou menos. Até lá tivemos direito a percorrer um single track nosso conhecido.
No Manuel Júlio retemperámos forças com uns, (mais do que um, e do que dois!) queijos frescos do  Rabaçal, regado com sumo de maçã com grau para uns, e para outros a tradicional "fita-cola".
Retemperadas as forças, continuámos a seguir o risco do GPS. Mal saímos da tasca e depois de "meia-dúzia" de metros começámos a percorrer um single track desconhecido. Este não o tínhamos no nosso escaparate. Mas já cá está guardado para uma futura utilização.
Continuámos caminho em direcção ao Poço, e como a hora já estava adiantada retomámos o caminho em direcção a Conimbriga.
No caminho para Coimbriga ainda tivemos tempo para um contacto em primeiro grau com uma saramantiga. Tirámos uma foto e continuámos caminho. No entanto, este fugaz contacto não nos deixou indiferentes. É este contacto com a Natureza que nós faz ao Domingo de manhã saltar da cama com o maior prazer para andar de bicicleta. 
Deixemos o anfíbio, e continuemos. 
Após a nossa passagem por Conimbriga, seguimos para Condeixa, Sebal, Palhagões e finalmente Pereira, onde cada um rumou a casa para o merecido almoço.
Ainda temos alguns quilómetros deste percurso para percorrer, mas em breve serão desbravados.

Boas pedaladas, até Domingo. 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma manhã de...

...uma manhã de single tracks pois está claro.
Picámos o ponto no sitio do costume. A ponte dos Casais. Demos dois dedos de conversa, e fizemo-nos ao caminho em direcção a S. Silvestre. 
Até S. Silvestre percorremos alguns caminhos pelo Baixo Mondego, com passagem pela mata do Camalhão. Continuámos em direcção a S. Marcos, passámos pelos Casais de Vera Cruz, e entrámos num trilho de terra que nos levou aos Fornos para darmos inicio à nossa  manhã de single tracks. 
Antes da bucha tivemos um pequeno aperitivo entre o Zambujal e Arazede. Depois da bucha em Arazede, voltámos ao Zambujal e entrámos no carrossel de single tracks até à Povoa da Lomba. Pelo meio fizemos uma assistência técnica rápida na bicicleta do João, corrente partida.
Da Povoa da Lomba, voámos para a Pena por um single track nosso conhecido que termina junto ao lagar de Azeite. Como ainda era muito cedo, subimos e descemos a pedreira, sempre a trilhar o risco.
No entanto, a malta continuava insatisfeita, ainda não tinham percorrido muitos single tracks!
Fizemos uma pequena ligação da pedreira, até Portunhos por alcatrão, subimos em direcção à variante e lá apareceram mais uns quilómetros de single track até Ançã. E será que ficou por aqui?
Não claro que não.
Mais um pequeno troço de ligação, para nova sessão entre Ançã e S. João do Campo, sempre a levantar poeira.
E... agora sim, infelizmente chega ao fim a nossa manhã de bicicleta.
Apenas vos digo, venham mais destas e de outras, pois está claro! A malta quer é nadar de bicicleta!
Resta escrever que hoje fomos muitos: o Zé Carlos, o Filipe, o Bruno, o Paulo, o Trigo, o Nuno, o Aguiar, o Nuno (o que é pequenito! o Llavero), e o João que voltou após uma curta ausência.

Boas pedaladas, até Domingo!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ainda existem alguns felizardos

É uma grande verdade a frase que dá título a este post. Digo-vos mais, foram quatro os felizardos!
Saímos da ponte dos Casais em direcção a S. João do Campo atravessando a mata da Geria. Depois de atravessarmos S. João do Campo, seguimos em direcção a Ançã com um objectivo traçado. Percorrer um single track que existe ao lado da variante de Portunhos. 
Após algumas volta à procura da entrada, a solução foi saltar a vedação em rede da variante e ir ao encontro do single track. E lá apareceu o dito cujo. É bem interessante, e apenas necessita de uma ou outra zona corrigida para ficar perfeito.
Descoberto o single track, seguimos caminho em direcção à pedreira na Pena, para mais um sobe e desce em single track até à Pena.
Passámos a Pena, e voltámos a entrar um carrossel de single tracks até à Povoa da Lomba. Continuámos caminho até Canatnhede, onde parámos para a bucha da manhã.
Depois da bucha e para não perdermos o ritmo continuámos nos single tracks. Regressámos à zona da Povoa da Lomba e entrámos num carrossel interminável de single tracks até ao Zambujal, uma aldeia relativamente próxima de Arazede. Tivemos para todos os gostos. Com pedra, a subir, a descer, com saltos... Resumindo somos uns "addicts" em single tracks.
Após passarmos o Zambujal, percorremos alguns caminhos em zona de pinhal até Andorinha. Ainda tivemos tempo para passar em S. Marcos, e finalizámos a nossa manhã em S. Silvestre onde deixámos o Filipe que seguiu para a outra margem. Quanto à malta da margem de cá, arranjou tempo para passar no single track da rua da Mata.

Depois de tantos single tracks, posso-vos dizer que ainda queremos mais.

No Domingo temos mais, até lá...

Boas pedaladas.

Domingo Gordo


No Domingo Gordo, fomos reviver alguns dos trilhos de um passeio que organizámos há alguns anos.
Já passaram uns anos desde que organizámos um passeio de BTT em Taveiro. Foi no tempo em que ainda se faziam passeios de BTT, mas isto é conversa que fica para outras núpcias. Continuando...
Marcámos ponto de encontro na ponte dos Casais, como é habitual, e saímos em direcção à Ribeira de Frades, para "meia-dúzia de metros" à frente entrarmos no pinhal em direcção a Taveiro.
Os quilómetros foram passando, e começámos a passar por alguns dos trilhos do já referido passeio. E à medida que íamos passando, íamos recordando os belos momentos que ali vivemos. Nostalgia pura e dura. Velhice!
Continuámos caminho, passámos na zona de Anobra, e seguimos para a Condeixa onde parámos para a bucha. 
Depois da bucha, quando estávamos prontinhos para arrancar, avistámos um veículo sui geniris a aproximar-se de nós. 
E o que era?
Nada mais nada menos que uma bicicleta muito original. Tinha um eixos de roda excêntricos, e um guiador ainda mais peculiar. O aro de uma bicicleta do tamanho de 20 polegadas se não me engano.
Como poderão imaginar foi um momento de grande divertimento, e muitos de nós não perderam oportunidade de experimentar aquela preciosidade. Vejam o filme que está abaixo.
Depois daquele grande momento de diversão seguimos para zona de Casconha, onde fizemos mais alguns quilómetros em single track, e claro não faltou o riscar do cromado. Se não andássemos a calcar mato o dia  já não nos corria da mesma forma.
Mas como tudo o que é bom acaba depressa, a hora de almoço aproximou-se rapidamente, e lá regressámos a casa para lamber as feridas deixadas na nossas pernas pelo nosso amicíssimo mato. Mas não pensem que é um lamento, é um prazer chegar a casa com as pernas arranhadas. É sinónimo de muita diversão.

Aqui vai o prometido filme:


Boas pedaladas, até breve.