segunda-feira, 13 de junho de 2011

É um prazer revisitar o Sicó

Aproveitando o fim-de-semana prolongado, hoje voltámos ao selim para percorrermos mais uns quilómetros.
Marcámos ponto de encontro no local habitual. Ponte dos Casais pelas 8:30.
Há hora marcada estavam presentes: o Filipe, o Paulo, o Maunuel, o Nuno e o regressado Carlos.
Decidimos rapidamente a zona para onde fomos pedalar. Serra do Sicó.
Quando estávamos a atravessar a ponte dos Casais, quem vemos a chegar... O homem que deve ter os relógios lá de casa todos atrasados... Quem poderá ser? O Vrunnooo, pois está claro!
Saímos da ponte dos Casais em direcção a Ribeira de Frades (agora com o grupo todo composto), subimos ao alto de Sta. Eufémia e continuámos sempre a trilhar caminho em direcção à Cegonheira a bom ritmo. Passámos na zona da Lameira e até às imediações de Cernache foi sempre a trilhar um belíssimo single track.
Em Cernache, fizemos um pequeno "pit stop" para beber um café, voltando logo de seguida à bicicleta em direcção a Alcabideque onde riscámos um bocado o cromado na descoberta de mais um belo single track.
Continuámos caminho em direcção à tasca do Manuel Júlio sempre a percorre os belos single tracks da serra do Sicó. Alguns destes single tracks foram uma completa novidade para alguns de nós, enquanto outros puderam deliciar-se com mais uma passagem a todo o gás roçando por vezes o limite da aderência dos pneus.
Todos chegaram ao Manuel Júlio com um sorriso de orelha a orelha.
No Manuel Júlio, retemperámos forças com dois belos queijos frescos do Rabaçal acompanhados por umas "coca-colas" para uns, enquanto o amigo Paulo malhou dois "martelos". Aqui é que se vêm os homens, pá!
Com as barriguinhas bem atestadas quem tinha vontade de pedalar? Resposta muito fácil, todos sem uma única excepção.
Saímos do Manuel Júlio em direcção ao Zambujal e cortámos para a Serra de Janeanes, onde subimos até aos depósitos da água para de seguida sairmos à direita para percorrer o brutal single track das varandas que termina na Fonte Coberta.
Este single track é fantástico um verdadeiro ex libris para quem gosta praticar BTT puro e duro. Antes de percorrermos o single track contemplámos a beleza da serra do Sicó.
Até à Fonte Coberta foi sempre, a todo gás e com constantes descargas de adrenalina, partilhado com eloquentes sorrisos estampados nas faces destes seis malucos.
Como ainda não estávamos satisfeitos percorremos mais um single track em direcção ao Poço.
Ao chegarmos ao Poço olhámos para relógio e infelizmente estava mais do que na hora de regressar a casa.
O regresso foi feito via alcatrão em direcção a Condeixa-a-Nova e depois seguimos para a ZI do Sebal onde nos separámos do Filipe que seguiu para casa.
O resto da malta subiu aos Palhagões e depois trilhou em direcção a Pereira onde o Paulo seguiu igualmente para casa.
Quanto à malta da margem direita, não fez mais do que atravessar o Mondego (mas não foi a nado!) e rumou igualmente a casa revivendo algumas das peripécias vividas nesta fantástica manhã de BTT.
Até Domingo.

E temos que voltar a contemplar beleza singular da serra do Sicó.

Só faltou o Zé Carlos para acelerar um pouco mais a coisa!

Boas pedaladas.

domingo, 12 de junho de 2011

No dia de Camões foi assim....

No dia de Camões fomos ver o mar.
Após uma breve análise de forma a verificarmos se existia quórum para uma pequena volta, lá conseguimos reunir três homens do "pós-Camões".
Marcámos ponto de encontro nos semáforos em Tentúgal, e à hora marcada apareceram o: Paulo, o Manuel e o Nuno.
Após os habituais cumprimentos, seguimos caminho em direcção à Tocha. Passámos pela Portela, seguimos em direcção a Arazede, Bunhosa e mais uns quilómetros à frente ai estava a Tocha.
Como ainda era cedo seguimos pela N109 até Quiaios e resolvemos sair em direcção ao centro de Quiaios para subir a serra da Boa Viagem pela zona do cemitério. Lá no alto fomos presenteados com um dia de céu muito azul, perfeito para contemplarmos o horizonte.
Descemos em direcção à praia e fizemos uma paragem numa das pastelarias da marginal para retemperarmos forças e trocarmos dois dedos de conversa com o nosso amigo Filipe que estava pela Figueira.
Após a bucha seguimos caminho em direcção a Montemor-o-Velho via a antiga estrada para a Figueira.
Na Carapinheira o Paulo seguiu em direcção a casa e aqui a malta também seguiu a sua rota para casa.
Chegámos a casa à hora certa! Antes das 13:00 e a quilometragem ficou muito perto dos três dígitos... Faltaram-nos uns míseros três quilómetros.
Até breve e...

Boas pedaladas. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

1ª Edição "Poiares sempre subir"

Eis a primeira edição do "Poiares sempre a subir".
E o que é o "Poaires sempre a subir"?
E como aparece o "Poaires sempre a subir"?
E tem classificações, prémios, banhos, abastecimentos, etc.. etc.. etc..?
Perguntam vocês.
O "Poiares sempre a subir" é nada mais nada menos que a ligação em BTT do nosso local mítico, a Ponte dos Casais a Vila Nova de Poiares, com o consequente regresso à Ponte dos Casais.
Apareceu da nossa vontade de fazer uma visita ao nosso amigo Trigo a Vila Nova de Poiares. Contudo uma alma iluminada sugeriu: ..."E se ligássemos a Ponte dos Casais a Poiares?, almoçávamos e regressávamos"... E que bela ideia!
Esqueçam lá a pergunta das classificações, foi só para gozar!
Marcámos ponto de encontro pelas 8h30 na ponte dos Casais. Há hora marcada estavam presentes: o Filipe, o Zé Carlos, o Nuno, o Manuel, Trigo e o Vrunnooo.
A marcação do percurso tinha ficado a cargo do Filipe, o que augurava um dia épico em cima da bicicleta e foi uma dia épico.
Saímos da Ponte dos Casais em direcção ao Choupal, continuámos caminho para a circular externa onde saímos logo passados "meia-dúzia de metros" para atacarmos a primeira subida até à Cova do Ouro. Continuámos caminho em direcção à Carapinheira da Serra e descemos ligeiramente para atacar mais uma subida para o Roxo até à zona do cemitério. 
Após a passagem pelo cemitério, descemos e voltámos a subir até aos moinhos da Aveleira onde fizemos uma breve pausa para uma sessão fotográfica.
Como todos ficaram bem bonitos na fotografia à primeira, seguimos caminho ..."Filipe, então ficaste atrás do pau??!"... 
Descemos para o Lorvão onde fizemos a habitual paragem da manhã para a bucha. No entanto deparámo-nos com um problema. Não havia pão na pastelaria. A senhora apenas tinha um bolo (pão de ló) e era grande.
Dizia-nos a senhora:
- ..."É uma fatia para cada um?"... 
- ..."Eu vou cortar o bolo todo e comem até quererem"...
Como poderão prever, comemos o bolo todo. É a velha máxima: antes fazer mal do que se estragar!
Já recompostos, continuámos caminho em direcção ao Chelo para fazermos mais uma subida. Contudo tivemos a recompensa, uma descida com uns ganchos bem divertidos que terminou junto ao rio Mondego.
Passámos para a outra margem e volta a subir até à zona de Ribas de Cima. Uns quilómetros à frente o nosso amigo Filipe regressava a casa, pois tinha compromissos para a tarde de Domingo. E nós continuámos a subir em direcção aos moinhos da Atalaia. 
No alto fomos presenteados com um céu azul fantástico, perfeito para contemplar o horizonte. Inclusive deu para vislumbrar o Caramulinho.
A hora de almoço aproximava-se e já se ouvia a cabra dentro da "caçoila".
Dos moinhos até Poiares foi sempre a descer a todo o gás. Tal foi a velocidade que o Vruunnooo conseguiu furar a roda da frente e de atrás em simultâneo. O homem é muito delicado.
Chegámos a Poiares antes das 13h onde fizemos a paragem para o almoço. À nossa espera tínhamos uma caçoila de chanfana para retemperar forças. 
A manhã parecia ter sido pouco produtiva. Ainda não tínhamos 45km, contudo acumulávamos em subidas 1500 metros. 
Virada a caçoila de chafana era hora regressar à bicicleta, não sem antes efectuarmos mais uma breve paragem  para um digestivo. O nosso amigo Trigo presenteou-nos com uma bela ginja. E como a malta não pode ir só numa perna, bebemos dois cálices daquele belo néctar. 
Mas era hora de regressar agora em definitivo e sem mais paragens à bicicleta. Tínhamos mais uma subida para vencer. De Poiares para a Serra do Carvalho.
E assim foi, atacámos a subida com toda a vontade apesar do calor que estava.
Da Serra do Carvalho, descemos para os Palheiros e Zorros e descemos mais ainda até à praia fluvial de Torres do Mondego, onde voltámos a atravessar o rio Mondego em direcção à antiga estrada de Penacova » Coimbra. 
Passámos novamente no Choupal, fizemos uma curta paragem para beber um refresco e por fim seguimos em direcção a casa.
E foi assim a 1ª Edição do "Poaires sempre a subir".
Para quando a próxima?

Boas pedaladas.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Já lá vão tantos dias! Mas há uma culpada...

Ui, já lá vão tantos dias desde a última actualização.
Se há um objecto culpado pela não actualização do blog é a máquina fotográfica. 
Quem é que ia adivinhar que este objecto considerado por alguns tão insignificante faria tanta falta. Vejam só o que uma avaria faz. E a malta que repara as máquinas, não é como os "standeres" de automóveis, em caso de reparação, temos uma viatura de substituição. Isto é um ultraje.
Vamos criar uma petição a favor da troca imediata em caso de avaria das máquinas fotográficas. O que acham?
Eu repondo por vocês: "que ideia mais parva!"

Mas deixemo-nos de justificações sem grande fundamento.

O que há a dizer é não temos estado parados, antes pelo contrário a malta continua sempre a movimentar-se.
No passado Domingo de 8 de Maio voltámos aos trilhos do Loureiro, ali para as bandas de Cernache. Passámos lá uma bela manhã a arranhar o cromado. Inclusive fomos confundidos por javalis, tais eram os terrenos inóspitos por onde andávamos junto às antenas de Alcabideque.
Ontem 15 de Maio, virámos a agulha para as bandas de Cantanhede. 
Foi uma manhã muito calma e sem grandes correrias. O Ripa e o João voltaram a aparecer. Já não davam por cá as caras há alguns dias.
Como havia alguma malta que tinha de estar cedo em casa devido a afazeres possivelmente matrimoniais e futuro-matrimoniais a seguir à bucha em Cantanhede regressámos a casa via Outil, com passagem por Andorinha.

E aqui está de uma forma muito sucinta o que se passou nestes dois últimos fins-de-semana.
Para a semana temos mais uma volta que será um pouco mais longa e esperemos que já tenha a malfadada máquina fotográfica.

Aqui ficam umas fotos via telemóvel para compor a coisa.

Boas pedaladas.