segunda-feira, 16 de maio de 2011

Já lá vão tantos dias! Mas há uma culpada...

Ui, já lá vão tantos dias desde a última actualização.
Se há um objecto culpado pela não actualização do blog é a máquina fotográfica. 
Quem é que ia adivinhar que este objecto considerado por alguns tão insignificante faria tanta falta. Vejam só o que uma avaria faz. E a malta que repara as máquinas, não é como os "standeres" de automóveis, em caso de reparação, temos uma viatura de substituição. Isto é um ultraje.
Vamos criar uma petição a favor da troca imediata em caso de avaria das máquinas fotográficas. O que acham?
Eu repondo por vocês: "que ideia mais parva!"

Mas deixemo-nos de justificações sem grande fundamento.

O que há a dizer é não temos estado parados, antes pelo contrário a malta continua sempre a movimentar-se.
No passado Domingo de 8 de Maio voltámos aos trilhos do Loureiro, ali para as bandas de Cernache. Passámos lá uma bela manhã a arranhar o cromado. Inclusive fomos confundidos por javalis, tais eram os terrenos inóspitos por onde andávamos junto às antenas de Alcabideque.
Ontem 15 de Maio, virámos a agulha para as bandas de Cantanhede. 
Foi uma manhã muito calma e sem grandes correrias. O Ripa e o João voltaram a aparecer. Já não davam por cá as caras há alguns dias.
Como havia alguma malta que tinha de estar cedo em casa devido a afazeres possivelmente matrimoniais e futuro-matrimoniais a seguir à bucha em Cantanhede regressámos a casa via Outil, com passagem por Andorinha.

E aqui está de uma forma muito sucinta o que se passou nestes dois últimos fins-de-semana.
Para a semana temos mais uma volta que será um pouco mais longa e esperemos que já tenha a malfadada máquina fotográfica.

Aqui ficam umas fotos via telemóvel para compor a coisa.

Boas pedaladas.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Dois cumes

Aproveitámos o feriado de comemoração do dia da Liberdade, para continuar com as cenas do capítulo anterior de uma volta que fizemos no mês de Março.
Na altura fizemos três cumes: Serra do Carvalho, S, Mamede e Roxo, ou seja a chamada "Troika" que agora está tão em voga. Ontem fizemos um pequenito dueto. Senhor da Serra e Serra do Carvalho por terra.
Encontrámo-nos com o Trigo às 9h nos semáforos de Ceira e a partir dai atacámos a primeira subida da manhã. O Senhor da Serra. Lá em cima era hora de relaxar um pouco e descer por terra até ao Caneiro. 
Percorremos mais meia-dúzia de quilómetros em terreno relativamente plano, atravessámos a N17 e ai estava a segunda parte da manhã, a subida à Serra do Carvalho por terra.
Vencida a segunda do dia, era hora de mais uma descida vertiginosa via terra para o Louredo.
Após a passagem no Louredo, fizemos um pequeno desvio até a Rebordosa para uma bebida fresquinha no café.
Com as horas a passarem, era hora de nos despedirmos do Trigo (tinha de pedalar até Poaires) e nós rumámos a Coimbra para uma passagem pelo Choupal antes do regresso a casa.
Até Domingo e boas pedaladas!

sábado, 23 de abril de 2011

4ª Edição da Sexta-Feira Santa

Não posso começar sem antes fazer um pequeno enquadramento histórico deste nosso tradicional passeio.
Tudo começou em 2008. Seis meninos resolveram passar o feriado da 6ª feira Santa a pedalar ali  para os lados do Sicó. A filosofia seria e é, fazermos alguns quilómetros, pensarmos num bom sitio para almoçar (ainda me lembro dos ossos), descoberta de novos trilhos, divertirmo-nos e convivermos. Tudo isto descrito atrás e muito mais tem sido "consumido" em doses elevadíssimas.
Quem foram os pioneiros? O Filipe, o Nuno, o Mateus, o Trigo, o Zé Carlos e o Daniel. 
Em 2009 a saga repetiu-se, desta vez em Arganil. Curiosamente o ano com menor participação e com menor quilometragem percorrida, foi compensada com a altimetria. Para recordar ficaram as sandes de queijo e algumas subidas dolorosas.
2010, um ano com uma bela participação. Oito amigos a fazerem a ligação Zouparria » Buçaco » Zouparria. Para recordar entre outras coisas, as sandes de leitão na Mealhada acompanhadas por um vinho frisante que fez efeito em alguns. Para recordar igualmente, a visita ao amigo Nini em Anadia.
Aqui ficam os links para conferirem as três edições anteriores.


Eis que chega 2011, objectivo para este ano: fazermos a ligação Zouparria » Figueira da Foz » Zouparria.
À hora marcada, 8h30 lá saímos da Zouparria em direcção a S. Marcos logo por trilhos para darmos inicio ao nosso dia de BTT. 
Depois de deixarmos S. Marcos para trás, passámos pelos Casais de Vera Cruz e seguimos em direcção aos Fornos onde começámos a percorrer os primeiros single tracks da manhã. Seguiu-se o Zambujal e mais alguns belos single tracks que existem ali na zona e ao chegarmos às imediações de Arazede a contrariedade do dia. Um pau no desviador da bicicleta do João e dropout partido. Solução cortar corrente, singlespeed e seguir para casa.
Ao chegarmos a Arazede parámos na pastelaria para comermos.
Novamente nos trilhos seguimos em direcção ao Bebedouro e não é que aparece a chuva.
Tínhamos algum receio, depois de uma semana de chuva esperávamos que o S. Pedro não nos abençoasse a 6ª feira Santa de 2011. Mas não foi bem assim!
Ela apareceu e nunca mais nos largou. Vestimos o impermeável, quem tinha (ai Mateus!) e continuámos caminho em direcção aos Resgatados, seguindo-se a Canosa, a zona dos Netos, Lafrana, Camarção e era momento de inventar. E que tal ir por aqui. Não se podia ter revelado mais acertada a escolha. Uns belos quilómetros até ao centro de Quiaios. Foi mais caminhada do que pedal. Areia e mais areia e a chuva que não parava.
A passagem por Quiaios era sinónimo de serra da Boa Viagem. Atravessámos Quiaios e começámos a subir a serra. 
Fizemos uma meia dúzia de quilómetros e aqui estava um dos momentos do dia, a belíssima queda de água que temos na serra e que alguns de nós conheciam seca, outros não conheciam sequer e a grande maioria nunca a tinha visto com este esplendor. 
Foi um momento fantástico.
Mas havia que continuar caminho e continuar a subir a serra. A chuva não parava.
Alguns dos trilhos que percorremos tinham muita pedra e a única solução era caminhar. Até ao topo da serra foi um misto de pedalar e caminhar. 
Como tudo o que sobe também desce, era o momento de iniciar a descida vertiginosa para Buarcos e fazermos a paragem em casa do Filipe para o almoço.
Uns frangos de churrasco, umas tiras de entrecosto, vinho para alguns (este vinho é mesmo bom, dizia o Paulo), minis e lareira acesa para secar a roupa foram os condimentos perfeitos para um super e demorado almoço. E a chuva sempre a cair.
Tudo isto resultou numa saída tardia da Figueira da Foz. Saímos depois das quatro da tarde, mas com muita vontade de pedalar.
Atravessámos a cidade e subimos para a zona da Salmanha e entrámos novamente nos trilhos. Percorremos as pedreiras junto à A14 e que belos trilhos ali existem. Single tracks maravilhosos com pedra qb. 
Após as pedreiras continuámos a percorre trilhos nas imediações da A14, alguns deles um pouco manhosos mas conseguimos sempre passar. A passagem junto à A17 é que foi um pouco mais difícil mas nada que nos tenha feito "uivar".
Seguia-se a serra de S. Bento que tivemos que subir e chegava a altura de tomar decisões. O S. Pedro continuava com as torneiras bem abertas, já havia aqui e ali o belo do empeno bem engatado, a hora já ia um pouco adiantada. Solução: regressar à Zouparria via alcatrão. E assim o fizemos paulatinamente na companhia da nossa melhor amiga do dia. A CHUVA pá!
Fechámos o dia a beber umas minis na associação. E a chuva? Nunca parou de cair do céu, pá!!
Quem foram os resistentes: o Paulo, o Carlos, o Vrunno, o Mateus, o Filipe, o Trigo, o Nuno e o João.
Foi assim a nossa 6ª feira santa de 2011, que nos deixa belas recordações e que nos deixa com expectativas elevadas para a de 2012. 
Onde será em 2012?

Boas pedaladas e até breve.

Faroladas misturadas com BTT

No Domingo fizemos uma "excursão" à Pena para vermos o encontro regional de gaiteiros que todos anos ali se realiza. 
Encontrámo-nos em Montemor-o-Velho. O Filipe vinha da Figueira da Foz e rachámos os quilómetros mais ou menos a meio. 
Saímos de Montemor em direcção à Carapinheira e era hora de encontrar caminho em direcção à Pena.
Trilhámos alguns belos caminhos. Passámos nas imediações do Meco, Zambujeiro, Fornos, Outil e por fim Pena.
Na Pena, fizemos uma paragem obrigatória para a bucha da manhã e ouvir umas faroladas.
O ano passado tínhamos aqui comido uma bela sandes de chanfana e este ano íamos com ela fisgada. Mas fomos surpreendidos!
Em vez de chanfana tivemos direito a umas belas sandes de leitão. Uma maravilha.
A maravilha foi tão grande que quando chegou a hora de pagar não havia dinheiro suficiente. O que vale é que tivemos direito a desconto.
De barriga cheia e a perguntarmo-nos por onde andaria o Vruunnno, tínhamos perdido o homem a caminho da Pena e nunca mais lhe pusemos a vista em cima. 
E quando estávamos a atravessar o lugar da Pena, encontrámos um grupo de gaiteiros que nos proporcionou uma farolada em exclusivo para a malta. A eles o nosso muito obrigado. Foi fantástico!
Depois da farolada era hora de tentar remoer a bucha e seguir em direcção a casa que a hora já ia adiantada.
Para o ano lá estaremos para mais uma manhã de faroladas misturadas com BTT.

Boas pedaladas.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Inédito o Zé lavou a bicicleta

Nunca antes registado, prova acima. Vimos o Zé Carlos lavar a bicicleta. É um acto de uma grandiosidade tremenda. É extraordinário, magnificente, imponente, pomposo, estão-me a faltar os adjectivos.
Foi o momento mais importante da manhã. Nem a participação furtiva num "passeio prova" foi mais importante! 
Quanto ao resto o que mais há a dizer. Pouco, muito pouco. A manhã foi ligeiramente atribulada. Mas vamos a um breve relato.
Encontrámo-nos como habitual na ponte dos Casais. Após uma breve conversa, o Filipe sugeriu irmos até à zona de Cernache. Tinha visto por lá umas marcações e íamos em busca de single tracks . E assim foi.
Seguimos para a Ribeira de Frades, fizemos uma subida para abrir os pulmões, passámos pelo novo parque industrial, mais uns quilómetros e lá estavam as marcações.
Sem mais detalhes, andámos no meio de um "passeio prova" e não há lugar a mais comentários.
OK, apenas um. Foi a loucura! ..."Dá ai um jeito!"...
Continuando...
Parámos na pastelaria de Cernache, comemos uma bucha finalizada com um pastel de nata e um café para cada um e voltámos aos trilhos.
Seguimos em direcção ao aeródromo de Cernache, percorremos um belo single track a caminho das Carvalhosas e continuámos em direcção à Cruz dos Mouroços com uma ligeira sessão de mato, passámos nas imediações de Santa Clara e por fim terminámos a manhã no Choupal.
Com o adiantar da hora, era tempo de regressar a casa e começar a contar os dias para a próxima manhã de Domingo para mais uma volta de bicicleta.

Até lá...

Divirtam-se e boas pedaladas.

domingo, 3 de abril de 2011

O sindicato saiu à rua

Foram breves segundos, mas hoje o sindicato apareceu aqui para os nossos lados. Não é só na politica que temos sindicato. A malta também tem um sindicato. E hoje reclamámos junto de instâncias superiores e junto do nosso Presidente mais tempo para pedalar. Vejam a foto acima que atesta a mobilização de "milhares" de pessoas esta manhã.
Mas deixemo-nos de mais devaneios e vamos ao que interessa. A nossa manhã de BTT.
Marcámos ponto de encontro como habitualmente na ponte dos Casais pelas 8h30. Dois dedos de conversa e resolvemos ir pedalar para a zona da Povoa do Pinheiro, Barcouço. Antes de chegarmos à Povoa do Pinheiro fizemos a subida da pedra (como é conhecida). Mais uma vez voltou a dar que fazer até ao cimo da mesma. Continuámos caminho e resolvemos seguir por um trilho aberto pelas ovelhas que termina nas imediações da estrada de alcatrão para de Rios Frios. 
Continuámos caminho, passámos junto a Mourelos e inventámos um pouco com o objectivo de seguir para Barcouço. Até Barcouço passámos por um ou outro trilho novo. 
Em Barcouço parámos na pastelaria para comer qualquer coisa.
Depois da bucha seguimos caminho e começámos a inventar. Fomos percorrendo alguns trilhos junto à A1 e quando demos por nós, estávamos a passar por detrás da área de serviço da Mealhada. Percorremos mais uns quilómetros e reencontrámos uma velha amiga. A linha de comboio quem mais poderia ser. Já andámos em cima dela, na zona da Figueira da Foz, na zona de Cantanhede e agora na zona Mealhada. 
Após passeata na linha de comboio, saímos no apeadeiro de Enxofães e continuámos a dar largas à imaginação e a trilhar novos caminhos para a zona de Ançã. 
Até Ançã, o caminho foi um constante sobe e desce e durante alguns quilómetros tivemos como referência a linha de alta tensão.
Após alguns enganos e algum mato calcado chegámos a Ançã seguimos para a zona de S. João do Campo para terminarmos a nossa manhã de BTT a percorrer o nosso conhecido single track de S. João do Campo.
E por fim infelizmente rumámos a casa, apesar da manifestação.
Para a semana temos mais.
Boas pedaladas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Preguiça...mas não é para pedalar

A preguiça esse animal que se desloca muito lentamente andou por aqui. Atenção, andou por aqui  relativamente à actualização do blog. Porque relativamente ao pedal a malta não falha.
Mas deixemo-nos de preguiçar.
Ontem como habitualmente fomos pedalar. 
Encontrámo-nos às 8h30 na ponte dos Casais. À hora marcada lá estavam: o Zé Carlos, o Manuel, o Nuno e o Vruunnnoo. Os dias de sete, oito, nove e mais pessoas a aparecerem para pedalar já ficaram para trás.
Demos dois dedos de conversa e fizemo-nos aos trilhos. Iniciámos a manhã a subir ao lado do viaduto da Geria em direcção à Povoa de Antuzede, descemos para o paul de S. Facundo e era o momento de inventar. Queríamos atravessar o paul de S. Facundo, no entanto não conseguimos. Deparámo-nos com um ribeiro com dimensões consideráveis para transpor. Solução? Contornar e seguir em direcção a Ançã.
Continuámos caminho em direcção a Cantanhede e pelo caminho ainda abrimos mais um single track precedida de uma rapidíssima sessão de single tracks.
A chegada a Cantanhede significou paragem na pastelaria para comer qualquer coisita.
Após a bucha a malta dividiu-se. Como tinha de estar em casa cedo (Nuno), segui caminho em direcção a Outil, enquanto o Vrunno, o Manuel e o Zé Carlos foram palmilhar mais uns quilómetros de single tracks.
Acabou por ser uma manhã curta de bicicleta e que me ficou a saber a pouco.
Para a semana é até às duas da tarde!

Boas pedaladas e até Domingo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Uma volta, uma subida, uma viagem...

De uma forma tremendamente sucinta, podemos dizer que a volta de ontem se resume a uma subida.
Mas resumir uma manhã de bicicleta, ou melhor, resumir uma manhã de um grupo de amigos em tão parcas palavras não corresponde à realidade.
Ora vamos lá.
Ontem fizemos uns quilómetros engraçados e pedalámos numa zona pela qual já não passávamos há muito tempo.
Tudo começou pela lesão do Zé num dedo. Lesão que o  impedia de travar com a destreza habitual, logo andar a galgar mato e fazer terreno muito acidentado como temos feito nos últimos tempos estava fora de questão.
Apareceram as típicas perguntas: onde vamos e onde deixamos de ir e vem a sugestão... e que tal a subida das Degracias (sugestão do Zé)?
É isso mesmo, com paragem em Soure para a bucha.
Saímos da ponte dos Casais em direcção a Pereira, passámos pelo Casal Redinho, Vila Nova de Anças e Soure onde parámos para a bucha na pastelaria. 
Finalizada a bucha com um café e um pastel de nata, estava na hora de voltarmos à bicicleta para atacarmos a subida. Mas antes de lá chegarmos fizemos mais meia-dúzia de quilómetros passando pelo Paleão e Carvalhal. 
Depois de tanto tempo afastada de nós, cá estava ela. Ansiava dificultar-nos a vida. Desejosa de nos ver penar, de nos ver sofrer, padecer, sucumbir...
No entanto ontem não era dia da subida das Degracias deixar a sua marca. Ou melhor, deixou uma marca profunda no João. Para o João foi mais uma "desgracia" chegar lá acima.
Vencida a dita cuja, seguimos em direcção a: Pombalinho, descemos para o Rabaçal, passámos na zona de Condeixa, Sebal e novamente Pereira onde a malta se dividiu e seguiu para casa.
Foi uma belíssima manhã de bicicleta e uma belíssima viagem pela zona centro. Algo nostálgica pelas recordações que fomos partilhando, mas também esboçámos novos projectos para cumprir brevemente.
Falta apenas escrever quem apareceu: o Nuno, o Zé Carlos, o Paulo, o Filipe, o João e o Trigo.

Até Domingo e boas pedaladas. 

terça-feira, 8 de março de 2011

Uma volta de Carnaval, ou uma volta à Filipe?

A resposta a esta pergunta é óbvia.
O que tivemos esta manhã (Nuno e Filipe) foi uma volta à Filipe.
Vou chamar-lhe a rota dos três cumes. E são eles: Serra do Carvalho, S. Mamede e Roxo.
Encontrámo-nos às 8h30 na ponte dos Casais e após uma breve conversa decidimos a volta.
Seguimos caminho para Coimbra, passámos por Ceira, e começámos a subir em direcção à Serra do Carvalho pelas Carvalhosas. Ao chegarmos à serra do Carvalho a chuva apareceu, mas como apareceu desapareceu.
Na Serra do Carvalho (primeiro cume já tinha ficado para trás), descemos para o Louredo onde parámos para um foto do duo. Virámos à esquerda em direcção à estrada de Penacova - Coimbra e ai estava o segundo cume. Atacámos a super subida para S. Mamede cheios de vontade. Foi com regozijo que a vencemos. O segundo já lá ia. Estava a faltar o último. Descemos de S. Mamede por terra para o Caneiro. Do Caneiro ao Roxo vencemos mais de 400 metros de desnível, a um ritmo certo na companhia de uns sorrisos de meninos estampados nas nossas caras.
Entrámos no Roxo um pouco antes do meio-dia, vestimos o impermeável (estava frio) e seguimos em direcção a Coimbra passando por: Carapinheira da Serra, Cova do Ouro onde comemos umas belas tangerinas, Serra da Rocha, Lordemão, Coimbra e casa. 
Uma volta a repetir sem dúvida. Esta é uma daquelas para quem gosta de subir, mas subir muito. Fizemos rampas com grande inclinação, onde a velocidade não ultrapassava uns meros 4Km/h. A verdadeira loucura.

Boas pedaladas, até Domingo!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Esta merece ser recordada

Esta foto para além de ser recordada com uma tremenda nostalgia, merece ser partilhada (autor: Mateus).
Há uns anos na Fraga da Pena, Benfeita, Arganil. Nem sei quantos já passaram.
Em cima da esquerda para a direita: Miguel, Zé Quim, Nuno, Zé Carlos, João Elvas.
Em baixo da esquerda para a direita: Filipe, Mateus, Trigo e os manos Ripa (Ricardo e Sérgio).

Saudosismo puro, mas também sabe bem ver que ainda andamos por cá quase todos e apareceram alguns novos.

Boas pedaladas.

Hoje tivemos companhia feminina, ou...

...algo parecido.

Por favor vejam a foto abaixo, a vejam a "louraça" que nos acompanhou esta manhã! É folia, é Carnaval!
Vamos lá ao que aconteceu nesta solarenga manhã de Carnaval.
Para não perdermos o hábito encontrámo-nos na ponte dos Casais. 
8h30, e já a malta estava por lá. O Filipe, o Zé Carlos, o Manuel, o Ripa, o Nuno e o Paulo.
A volta hoje foi bem interessante. O Ripa tinha tinha visto um trilho ali para os lados de Almalaguês e desafiou a malta a lá ir. Como seria de esperar todos aceitaram. 
Saímos da ponte dos Casais em direcção à zona do Moinho do Calhau onde vencemos a primeira subida manhã. 
Continuámos a trilhar caminhos em direcção ao novo parque empresarial da Palheira. Passámos também nas zonas de: Vale Cântaro, Abrunheira, Loureiro, Casal dos Balaus (não se impressionem com esta descrição exaustiva dos lugares, porque estou a ver no mapa!) e nada para comer. 
A hora já ia adiantada e por onde andávamos não havia nenhuma pastelaria. Até que se ouve, ..."há ali atrás um mini-mercado, vamos lá comprar umas bolachas!"...
Quais bolachas, qual quê!
Entrámos no mini-mercado " ACaxuxa", e passamos ao diálogo:
- Minha senhora tem por ai umas bolachas?
- Tenho! Ó "Maria" olha o fiambre!
- Tem fiambre!? E pão?
- Pão não tenho, mas tenho pães de leite!
Virámos 10 pães de leite, umas fita-colas, e finalizámos com um cafezito. Bem bom!
Resolvido o problema da fome, voltámos a bicicleta na companhia da "louraça".
Subimos para a zona de Almalaguês e no fim da subida ouvimos o Ripa: ..."é aquele o caminho que tenho visto!"...
E o que era?
Um single track monte acima. O que a malta gosta!
No fim a recompensa. Uma bela vista sobre a zona de Almalaguês e sobre a cidade.

Continuámos caminho, melhor continuámos mas não foi por um caminho. Andámos a calcar mato durante umas belas centenas de metros até apanharmos a estrada (para alegria de todos) para as proximidades do Monte de Bera.
Passámos ainda por Assafarge e seguimos para o Marco dos Pereiros. Pedalámos mais "uns metros" e saímos num caminho à esquerda para mais uma secção de single track até à estrada das Lajes.
Nas Lajes, uma rápida paragem para comer uma laranjinha e como a hora já ia bem adiantada, infelizmente estava na hora de acabar a nossa bela volta de BTT Carnavalesca.
Foi assim que passámos a nossa manhã de Carnaval com o bónus da "louraça".
Até terça-feira, ou então até Domingo.

Boas pedaladas.