domingo, 3 de abril de 2011

O sindicato saiu à rua

Foram breves segundos, mas hoje o sindicato apareceu aqui para os nossos lados. Não é só na politica que temos sindicato. A malta também tem um sindicato. E hoje reclamámos junto de instâncias superiores e junto do nosso Presidente mais tempo para pedalar. Vejam a foto acima que atesta a mobilização de "milhares" de pessoas esta manhã.
Mas deixemo-nos de mais devaneios e vamos ao que interessa. A nossa manhã de BTT.
Marcámos ponto de encontro como habitualmente na ponte dos Casais pelas 8h30. Dois dedos de conversa e resolvemos ir pedalar para a zona da Povoa do Pinheiro, Barcouço. Antes de chegarmos à Povoa do Pinheiro fizemos a subida da pedra (como é conhecida). Mais uma vez voltou a dar que fazer até ao cimo da mesma. Continuámos caminho e resolvemos seguir por um trilho aberto pelas ovelhas que termina nas imediações da estrada de alcatrão para de Rios Frios. 
Continuámos caminho, passámos junto a Mourelos e inventámos um pouco com o objectivo de seguir para Barcouço. Até Barcouço passámos por um ou outro trilho novo. 
Em Barcouço parámos na pastelaria para comer qualquer coisa.
Depois da bucha seguimos caminho e começámos a inventar. Fomos percorrendo alguns trilhos junto à A1 e quando demos por nós, estávamos a passar por detrás da área de serviço da Mealhada. Percorremos mais uns quilómetros e reencontrámos uma velha amiga. A linha de comboio quem mais poderia ser. Já andámos em cima dela, na zona da Figueira da Foz, na zona de Cantanhede e agora na zona Mealhada. 
Após passeata na linha de comboio, saímos no apeadeiro de Enxofães e continuámos a dar largas à imaginação e a trilhar novos caminhos para a zona de Ançã. 
Até Ançã, o caminho foi um constante sobe e desce e durante alguns quilómetros tivemos como referência a linha de alta tensão.
Após alguns enganos e algum mato calcado chegámos a Ançã seguimos para a zona de S. João do Campo para terminarmos a nossa manhã de BTT a percorrer o nosso conhecido single track de S. João do Campo.
E por fim infelizmente rumámos a casa, apesar da manifestação.
Para a semana temos mais.
Boas pedaladas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Preguiça...mas não é para pedalar

A preguiça esse animal que se desloca muito lentamente andou por aqui. Atenção, andou por aqui  relativamente à actualização do blog. Porque relativamente ao pedal a malta não falha.
Mas deixemo-nos de preguiçar.
Ontem como habitualmente fomos pedalar. 
Encontrámo-nos às 8h30 na ponte dos Casais. À hora marcada lá estavam: o Zé Carlos, o Manuel, o Nuno e o Vruunnnoo. Os dias de sete, oito, nove e mais pessoas a aparecerem para pedalar já ficaram para trás.
Demos dois dedos de conversa e fizemo-nos aos trilhos. Iniciámos a manhã a subir ao lado do viaduto da Geria em direcção à Povoa de Antuzede, descemos para o paul de S. Facundo e era o momento de inventar. Queríamos atravessar o paul de S. Facundo, no entanto não conseguimos. Deparámo-nos com um ribeiro com dimensões consideráveis para transpor. Solução? Contornar e seguir em direcção a Ançã.
Continuámos caminho em direcção a Cantanhede e pelo caminho ainda abrimos mais um single track precedida de uma rapidíssima sessão de single tracks.
A chegada a Cantanhede significou paragem na pastelaria para comer qualquer coisita.
Após a bucha a malta dividiu-se. Como tinha de estar em casa cedo (Nuno), segui caminho em direcção a Outil, enquanto o Vrunno, o Manuel e o Zé Carlos foram palmilhar mais uns quilómetros de single tracks.
Acabou por ser uma manhã curta de bicicleta e que me ficou a saber a pouco.
Para a semana é até às duas da tarde!

Boas pedaladas e até Domingo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Uma volta, uma subida, uma viagem...

De uma forma tremendamente sucinta, podemos dizer que a volta de ontem se resume a uma subida.
Mas resumir uma manhã de bicicleta, ou melhor, resumir uma manhã de um grupo de amigos em tão parcas palavras não corresponde à realidade.
Ora vamos lá.
Ontem fizemos uns quilómetros engraçados e pedalámos numa zona pela qual já não passávamos há muito tempo.
Tudo começou pela lesão do Zé num dedo. Lesão que o  impedia de travar com a destreza habitual, logo andar a galgar mato e fazer terreno muito acidentado como temos feito nos últimos tempos estava fora de questão.
Apareceram as típicas perguntas: onde vamos e onde deixamos de ir e vem a sugestão... e que tal a subida das Degracias (sugestão do Zé)?
É isso mesmo, com paragem em Soure para a bucha.
Saímos da ponte dos Casais em direcção a Pereira, passámos pelo Casal Redinho, Vila Nova de Anças e Soure onde parámos para a bucha na pastelaria. 
Finalizada a bucha com um café e um pastel de nata, estava na hora de voltarmos à bicicleta para atacarmos a subida. Mas antes de lá chegarmos fizemos mais meia-dúzia de quilómetros passando pelo Paleão e Carvalhal. 
Depois de tanto tempo afastada de nós, cá estava ela. Ansiava dificultar-nos a vida. Desejosa de nos ver penar, de nos ver sofrer, padecer, sucumbir...
No entanto ontem não era dia da subida das Degracias deixar a sua marca. Ou melhor, deixou uma marca profunda no João. Para o João foi mais uma "desgracia" chegar lá acima.
Vencida a dita cuja, seguimos em direcção a: Pombalinho, descemos para o Rabaçal, passámos na zona de Condeixa, Sebal e novamente Pereira onde a malta se dividiu e seguiu para casa.
Foi uma belíssima manhã de bicicleta e uma belíssima viagem pela zona centro. Algo nostálgica pelas recordações que fomos partilhando, mas também esboçámos novos projectos para cumprir brevemente.
Falta apenas escrever quem apareceu: o Nuno, o Zé Carlos, o Paulo, o Filipe, o João e o Trigo.

Até Domingo e boas pedaladas. 

terça-feira, 8 de março de 2011

Uma volta de Carnaval, ou uma volta à Filipe?

A resposta a esta pergunta é óbvia.
O que tivemos esta manhã (Nuno e Filipe) foi uma volta à Filipe.
Vou chamar-lhe a rota dos três cumes. E são eles: Serra do Carvalho, S. Mamede e Roxo.
Encontrámo-nos às 8h30 na ponte dos Casais e após uma breve conversa decidimos a volta.
Seguimos caminho para Coimbra, passámos por Ceira, e começámos a subir em direcção à Serra do Carvalho pelas Carvalhosas. Ao chegarmos à serra do Carvalho a chuva apareceu, mas como apareceu desapareceu.
Na Serra do Carvalho (primeiro cume já tinha ficado para trás), descemos para o Louredo onde parámos para um foto do duo. Virámos à esquerda em direcção à estrada de Penacova - Coimbra e ai estava o segundo cume. Atacámos a super subida para S. Mamede cheios de vontade. Foi com regozijo que a vencemos. O segundo já lá ia. Estava a faltar o último. Descemos de S. Mamede por terra para o Caneiro. Do Caneiro ao Roxo vencemos mais de 400 metros de desnível, a um ritmo certo na companhia de uns sorrisos de meninos estampados nas nossas caras.
Entrámos no Roxo um pouco antes do meio-dia, vestimos o impermeável (estava frio) e seguimos em direcção a Coimbra passando por: Carapinheira da Serra, Cova do Ouro onde comemos umas belas tangerinas, Serra da Rocha, Lordemão, Coimbra e casa. 
Uma volta a repetir sem dúvida. Esta é uma daquelas para quem gosta de subir, mas subir muito. Fizemos rampas com grande inclinação, onde a velocidade não ultrapassava uns meros 4Km/h. A verdadeira loucura.

Boas pedaladas, até Domingo!