domingo, 19 de dezembro de 2010

Natal 2010, o 7º (Sétimo)

Continuamos com a mística do número 7.
No passado fim-de-semana juntámo-nos para o nosso tardicional almoço de Natal, o sétimo.
Encontrámo-nos pelas 9h em casa do Ripa de onde saímos em direcção a Ançã para
percorrer uns single tracks, tudo muito relaxadamente proporcionando o convívio entre todos os presentes.
Aproveito para apresentar os presentes na volta da manhã: a Guida, o Ricardo, a Graça, o Vrunnno, o Filipe, o Rodrigo, o Paulo, o Diogo, o Manuel, o Zé Carlos, e o Nuno.
Estes foram, os meninos e meninas (sim porque é tudo malta jovem) que apareceram para dar ao pedal.
Mas como ia dizendo, a volta foi muito descontraída, reinando sempre a boa disposição, e as já habituais palhaçadas entre todos.
Até à zona da bucha os quilómetros foram passando calmamente, bem como os single tracks.
Na Pena, já tínhamos os nossos amigos Madeiras, o Zéca, o Martim, e o Ripa com as sandes e as minis prontas a serem devoradas. Apesar da acalmia da volta, a malta vinha com fome.
Após a bucha, ainda fizemos uma paragem estratégica no café da Pena para a dose de cafeína da manhã.
Com as horas a passarem, era hora de encetar o regresso, não sem antes passarmos pela sessão de dá ar, troca câmara, corta câmara protagonizada pelo Vrunnno.
Resolvida a avaria retomámos caminho em direcção a Andorinha, e passagem pelo palácio S. Marcos, e por fim casa para um banho rápido porque os leitões já arrefeciam.
Para fechar a manhã o tradicional almoço entre todos, incluindo familiares e amigos.
Este ano não tivemos a companhia do nosso amigo Nini, da Anabela, e do João (Roberto) mas foi por uma boa razão. A Carolina tinha nascido há poucos dias, e agora quer toda a atenção. Parabéns e felicidades para a Carolina, ou será Roberta?!

De frisar também a presença de alguns estreantes, sejam bem-vindos amigos e para o ano cá estaremos reunirmos mais uma vez.
Terminamos desejando a todos um Feliz Natal.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A mística do número sete (7)

A mística entorno do número sete (7) é muito singular.

Temos as 7 maravilhas do mundo;
Os 7 sábios Gregos;
E os 7 Pecados Mortais;
Ou as sete cores do arco-íris;
Os 7 dias da Semana;
A Branca de Neve e os 7 Anões;
O 7 Mares;
7 Em Binário representa-se: 1 1 1;
Ou o cardinal 7 e ordinal sétimo;
Até temos a mítica expressão "fechado a sete chaves".
Poderíamos ficar aqui o resto do dia a enumerar as "coisas" no mundo que estão intrinsecamente ligadas ao 7, mas não foi para isto que aqui viemos.
Viemos para vos relatar a nossa volta do dia oito (8) curiosamente.
Hoje fomos 7 a pedalar;
Comemos 7 sandes mistas;
Comemos 7 natas;
Bebemos de o líquido de 7 garrafas;
Bebemos 7 cafés;
Sujamos de lama 7 bicicletas;
Irritámos 7 mulheres (entre mães, e mulheres) de tão porcos que íamos;
Em suma juntámos 7 amigos para uma manhã fantástica de BTT.
E quem foram os 7 amigos?(por ordem)
O Filipe, o Manuel, o Zé Carlos, o Trigo, Vrrunnno (Dominique!), o Paulo, e o Nuno.

Domingo teremos mais aventuras, seremos 7, ou mais?
Boas pedaladas.

domingo, 5 de dezembro de 2010

O Domingo é sagrado

O Domingo é sagrado!Uns vão à missa. Outros lavam o carro(mesmo a chover!). Outros ainda cortam a relva. E ainda há quem saía da cama para ir tomar o pequeno-almoço à pastelaria. Mas aqui a malta é avessa a tudo isto. Aqui a malta salta cedo da cama, faça chuva(hoje por acaso chovia!), ou faça sol e vai andar de bicicleta.
Um Domingo sem bicicleta é sinónimo de uma semana de trabalho terrível. Uma semana de pura depressão. Ainda vamos mais longe. Um Domingo sem umas arranhadelas nas pernas, sem uns single tracks percorridos, umas sandes mistas a meio de manhã, um café, e a companhia dos amigos, deixa-nos... Deixa-nos... Nem sei como nos deixa! Solução andar de bicicleta
Estas são algumas das razões que nos fazem sair da cama para ir andar de bicicleta mesmo em dias de chuva como hoje. A quem chame a isto outras coisas como: Dependência!
O que mais há a dizer acerca desta manhã de BTT?
Que tivemos a companhia do Trigo (aparece mais vezes!És sempre bem vindo amigo).
O Diogo, ao fim de um mês saiu da toca e também apareceu. Aparece mais vezes.
O Manuel hoje não veio, foi falar com o padre. O nó está a apertar! Eh! Eh!
Os outros que apareceram são os habitués: O Filipe, o Zé Carlos, e o Nuno.
E para finalizar, a volta hoje resume-se a "meia-dúzia de quilómetros" sempre em single track ali para as bandas de Ançã.

Quarta-feira há mais.

Boas pedaladas.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A lama está de volta

Defendida por alguns para tratamentos de beleza, odiada por outros pelo rasto de sujidade que deixa à sua volta, a lama regressou para regozijo nosso.

Sem dúvida que a lama é inteiramente defendida aqui pela malta. Para além dos belíssimos tratamentos de pele que fazemos às nossas pernas, proporciona-nos uns não menos belíssimos momentos de bicicleta.
O que há dizer daquelas subidas que aparentemente são tão simples de transpor e que na presença da nossa eterna amiga lama, tornam-se difíceis ossos duros de roer. Ou então, o que dizer dos pneus que se tornam num pequeno ápice em super pneus com medidas desmesuradas. De referir ainda a nossa roupa de lycra, que fica parcialmente cravejada da dita cuja, tendo como única solução uma boa mangueirada de água a alta pressão de forma a restituir a sua cor original. Que dizer dos pedais. Esse elemento mecânico que cria uma simbiose tão peculiar entre o ciclista, o sapato, e a bicicleta. Simbiose esta, revogada abruptamente pela nossa amiga a lama.
E os sapatos? Aos quais ela se apega tão inoportunamente. O que mais gostamos é de tirar a lama com um pauzito, para de seguida voltar a por os sapatos na lama.
E mais ainda. O que dizer dos Magura HS33 da bicicleta do Filipe?! Não seriam os mesmos se não tivessem a companhia da nossa amiga lama. Aquele característico acumular de lama na zona de travagem proporciona belos momentos fotográficos.
Em suma, a lama granjeia seguidores e detractores, e possibilita-nos a criação desta corrente filosófica tão inspiradora.
Iremos defender acerrimamente a lama, porque neste corrente filosófica acabada de criar com a chancela do: Filipe, Zé Carlos, Nuno e Manuel, estão em falta sub temas importantíssimos que têm o seu espaço próprio dentro desta corrente tão inspiradora, e entusiasta. A devido tempo adicionaremos estes sub temas a este novo método de filosofar.
Resta dizer que andámos na zona de Barcouço, e o cavalo de ferro voltou.

Boas pedaladas.