terça-feira, 20 de julho de 2010

Ao Domingo de manhã o tempo voa

O título deste post é ilustrativo da nossa manhã de BTT do passado Domingo. Foi uma bela manhã de BTT que acabou por se tornar curta, curtíssima. E não pensem que tivemos algum percalço, porque nem um único furo tivemos. O tempo é que voa quando estamos entusiasmados com a volta.
Mas vamos lá contar as nossas vivências desta "curta" manhã de BTT.

Este fim-de-semana encontrámo-nos na ponte dos Casais pelas 8h30. Há hora marcada quem aparece? Resposta muito fácil, a mesma malta de sempre. O Zé Carlos, o Filipe, o Manuel, e o Nuno.
"Dois dedos de conversa", e era hora de dar ao pedal. Fomos pedalar para a zona de Cantanhede.

Fizemos um pequeno troço de ligação até à Cidreira e depois subimos ao lado do viaduto da Geria por um trilho conhecido. Continuámos a percorrer trilhos conhecidos até à zona de S. Facundo, mas a partir daqui era hora de dar largas à imaginação e ao instinto de perscrutadores de trilhos. Em alguns dos trilhos que percorremos a coisa até correu bem, no entanto estava para aparecer a "cereja em cima do bolo". Uma bela secção de mato viçoso ali para os lados da Cordinhã. Um trilho cheio de potencial, quem sabe um futuro single track.
Ainda a sentir as picadas do mato nas pernas e nos braços, atravessámos a Cordinhã para percorrermos o super single track que nos leva desde a zona das vinhas da Bairrada até às imediações da Povoa da Lomba. Uma maravilha este single track. Este é limpinho!

Com o adiantar da hora e deleitados com esta última secção de BTT, era hora de fazermos um desvio estratégico a Cantanhede para comermos uma bela sandes mista na pastelaria habitual.
Recompostos, e com a uma "injecção" de cafeína no sangue para elevar os níveis de adrenalina, retomámos caminho em direcção ao Sarilho para dar o gosto ao dedo. No Sarilho, fizemos uma paragem à sombra para o Zé Carlos "atestar" o seu nível cultural da revista Maria, esse grande ícone das publicações portuguesas.
Contudo, com o tempo literalmente a voar era hora de regressar a casa, não sem antes uma sessão de alcatrão de Ançã à rotunda da Geria a todo o gás, e por fim lá fomos para casa contar os dias para a próxima volta.
Para a semana temos mais uma volta, ou uma super volta quem sabe!

Boas pedaladas.

domingo, 11 de julho de 2010

Passeio Amigos de Ricardo

2010 não podia passar à margem, e mais uma vez o amigo Ricardo organizou o seu habitual passeio em reúne os seus amigos.
Este ano para não variar fomos de bike. Encontrámo-nos na ponte dos Casais pelas 8h30. Há hora marcada apareceram o Zé Carlos, e o Nuno. Após os cumprimentos habituais, seguimos para o local de concentração, no rio Mondego em frente ao Polo II. Quando chegámos e depois de uns dedos de conversa com a malta conhecida e claro com anfitrião deste passeio, a malta começou a perfilar-se para sairmos para a volta matinal de BTT para justificar o almoço.
O percurso não diferiu muito do percurso do ano anterior. Subimos a Vale de Canas, depois descemos por um estradão a todo gás até às imediações da circular externa, e volta a subir até à Rocha Nova onde fizemos uma paragem estratégica para malta arrefecer os reactores com umas minis. Da Rocha Nova descemos em direcção a Eiras para percorrermos um dos muitos e belíssimos single tracks que encontramos na zona.
Com o adiantar da hora começámos a percorrer o caminho de regresso ao rio (local de concentração), não sem antes efectuarmos mais uma paragem para um reabastecimento mais potente.
Depois do reabastecimento percorremos um caminho extremamente poeirento até ao Choupal, de seguida passagem pelo parque Verde da cidade, ponte Rainha Santa e finalmente rio Mondego onde nos aguardava um belo almoço.

Mais uma vez tivemos o nosso amigo Ricardo ao mais alto nível e para o ano lá estaremos para mais um Amigos de Ricardo.
A nós restavam-nos uma dúzia de quilómetros até casa que percorremos paulatinamente.

Boas pedaladas.

domingo, 27 de junho de 2010

Um é pouco. Dois é... mais ou menos. Três, é a conta certa!

Será um facto? Uma evidência? Uma realidade? Uma certeza manifesta?
Três é a conta certa?
Já ficarão a saber a nossa resposta a esta pergunta final. Para já vamos a nossa manhã de BTT.

Marcámos ponto de encontro em Montemor-o-Velho. O Filipe vinha da Figueira, o Zé Carlos de Taveiro, e o Nuno da Zouparria. Quanto ao resto da malta ainda anda a gozar as festas dos santos populares.
Após uma breve conversa decidimos percorrer uns trilhos na zona de Maiorca, com uma paragem obrigatória na pastelaria de Santana.
De Montemor até Maiorca, percorremos um trilho pelo Baixo Mondego, na companhia de um verde vigoroso dos campos de arroz. Uma região de uma beleza singular. Visitem porque vale a pena.
Após a passagem em Maiorca, começámos a percorrer uns trilhos que alternaram entre single tracks e zonas de pinhal. De Maiorca à serra de Castros foi um pequeno suspiro. Após a passagem na serra de Castros iniciámos o caminho até Santana. O Filipe, activou o seu instinto de aventureiro e percorremos uns trilhos encostados à A17 em direcção à Fonte do Ramilo, e depois sempre a atalhar em até Santana onde parámos para comer qualquer coisa.
Já saciados, era de voltar ao selim e encetar o regresso a Montemor.
Com o adiantar da hora o Filipe que seguiu em direcção à Figueira, enquanto nós regressámos a casa via Baixo Mondego.
Foi uma bela manhã de BTT, que deu para desenferrujar a língua e as pernas.
Deu também para filosofar acerca de uma reposta à pergunta inicial "Três é conta certa?".
Reposta: Claro que não. Gostamos de ter mais gente na nossa companhia, malta para mandar umas "bujardas", malta para enrolar a "língua na pedaleira", malta para desfrutarmos os belos trilhos que percorremos. Em suma, gostamos de ter os amigos todos juntinhos(isto soa estranho!).

Para a semana há mais. E serão apenas três?

Paulo, hoje demos uma volta no ferrocarril!

Até lá,

Boas pedaladas.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Passeio de S. Martinho de Árvore

No passado Domingo estivemos em S. Martinho de Árvore para participarmos no passeio anual que a malta daquelas bandas organiza. Mais uma vez não deixámos de marcar presença.
A organização proporcionou 30 quilómetros de BTT a todos os participantes, dando a conhecer os trilhos da zona.
Foi uma boa oportunidade para reencontrar amigos que já não víamos há algum tempo enquanto desfrutávamos da bicicleta, aproveitando para "meter" a conversa em dia.
Para o ano há mais.

Boas pedaladas.