terça-feira, 4 de maio de 2010

Vídeo PUF - Rotas do Ouro

Finalmente está concluído. Ouçam o rufar dos tambores, ouçam o rebentar dos foguetes, ouçam o jubilo da plateia, ouçam o trautear do apresentador. Ai veeeeemmmmm... o vídeo do PUF - Rotas do Ouro, em Jales, Vila Pouca de Aguiar.

Esperemos que gostem.

Boas pedaladas.


domingo, 2 de maio de 2010

Mais um com a chancela do BTT Aventura e Desporto

Após um fim-de-semana a pedalar por outras andanças, regressámos ao trilhos caseiros.

Marcámos ponto para não variar na ponte dos Casais. Apareceram: o Filipe, o Zé Carlos, o Ripa, o Vrunnno(será que se escreve com um, dois, ou três "N's"?), o Nuno e o Diogo.
Dois dedos de conversa, e segue caminho em direcção a Ançã. Em Ançã, era hora de dar inicio à manhã de single tracks. Seguiu-se Portunhos, com uns quantos single tracks. Depois as imediações da Pena e foi aqui nesta zona que voltámos a deixar a nossa marca. Mas primeiro uma pequena analepse. Vamos para a máquina do tempo » retorno ao passado 15 dias para trás. O Michael J. Fox está de volta.
..."a partir daqui era hora de procurar novos trilhos, hora de galgar mato. E o quão sadio que estava, as nossa pernas é que sofreram"... (ver post de dia 18 de Abril de 2010).
Voltamos para a máquina do tempo » retorno ao presente. E ouve-se:

- Oh Zé o caminho é por ai? (interpelou alguém)

- Por aqui é uma verdadeira auto-estrada! Já passámos por lá!(responde o Zé).

- Mas por ai o caminho está fechado. (o outro alguém).

- Não te preocupes, está no hora de por mãos à obra. (o Filipe e o Zé em couro. Melhor, em falsete).
E assim foi, após uns 20 minutos de limpeza abrimos mais um single track no meio de um belo pinhal. Este é a subir, com muitas curvas e um tronco de um pinheiro descascado no caminho(obra do Vrunno) para dificultar ainda mais a coisa. Mais um com a chancela do BTT Aventura e Desporto.
Com a sensação de dever cumprido, mas com vontade de percorrer mais uns quantos single tracks, era hora de subir junto ao restaurante na Pena, para mais uns minutos de divertimento. E finalmente chegámos à Pena, após tantas ameaças.
Na Pena fizemos uma paragem estratégica no bar da Associação Recreativa, Cultural, Social, Presidencial, e Desportiva da Pena (passo a redundância). Como a malta estava com fome e após uma breve negociação lá nos arranjaram qualquer coisa para comer. Umas belas sandes de Chanfana. Uma maravilha.
Já mais compostos era hora de voltar aos single tracks em direcção à Povoa da Lomba. Às portas da Povoa da Lomba o Ripa resolveu rebentar com um pneu. O pneu e câmara entregaram alma ao criador. Solução: trocar câmara, envolver o pneu numa fita, super, mega, hiper resistente e regressar a casa. O Trilho do Sarilho fica para a próxima semana.
Para a semana há mais.

Boas pedaladas.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

PUF - Rotas do Ouro

PUF Rotas do Ouro, Vila Pouca de Aguiar. Foi onde estivemos no 25 de Abril. O dia da Liberdade. O Dia da revolução dos Cravos.

Mas não fomos para Vila Pouca de Aguiar para comemorar o 25 de Abril, fomos dar ao pedal. Fomos conhecer a região. Fomos conhecer as gentes da zona. Fomo-nos deleitar com a gastronomia da região. Fomos beber uns tintos. Em suma, fomo-nos divertir.
Dada a distância a que estamos de Vila Pouca de Aguiar, e como a nossa deslocação teria de ser feita no sábado tivemos a companhia das nossas mulheres, namoradas, filhos, cães e periquitos no fim-de-semana.
Alguns de nós rumaram logo no Sábado de manhã em direcção a Vila Pouca de Aguiar, não sem antes fazerem uma paragem estratégica na Régua para uma almoçarada na "Xanoca".
Os restantes seguiram ao fim do dia de sábado para Vila Pouca de Aguiar.
Ao fim da noite lá estava a trupe toda reunida e muito animada, com uma sessão de saltos em comprimento à porta da Albergaria.
Após uma noite de descanso da cansativa sessão de saltos em comprimento, o dia da Liberdade começou logo bem cedo, por volta das 7h. Pequeno-almoço, indecisão se seguiríamos para o local de partida do PUF de bike ou de carro. Distava a 12 quilómetros aproximadamente, 6 deles a subir. Após as ameaças de uns, um aquecimento com um jogo de badminton de outros, o Paulo e o Zé seguiram para Campo de Jales (local de concentração) de bike, e o resto da malta foi de carro. Uns mandriões!
E quem foram os mandriões? Perguntam vocês. O Filipe, o Ripa, o Valdemar, o Trigo, e o Nuno. Os homens de barba rija já sabem quem são, no entanto cá vai novamente: o Paulo e o Zé Carlos.

Infelizmente faltou o Manuel. Resolveu aparar as unhas com uma rebarbadora mas a coisa correu mal. Nada de muito grave, as melhoras!
Falta mencionar as mulheres, namoradas e filhos que nos acompanharam no fim-de-semana. Uma ganda trupe!
Vamos ao que nos levou até Campo de Jales. O passeio.

O passeio, foi exemplarmente organizado pelos irmãos Favaios. Tinha uma particularidade muito interessante, era guiado, não havia fitas para seguir. Um passeio à moda antiga. Como se fazia antigamente. E tinha uma extensão de 50 quilómetros.
Os primeiros quilómetros do passeio foram verdadeiramente fantásticos. O terreno que os nossos pneus pisaram caracterizou-se pela muita laje de granito, alguns single tracks, calçada romana, o saltitar de seixo em seixo para atravessar ribeiros, sempre ladeados por uma paisagem deslumbrante.
Após esta parte inicial que nos deixou completamente deslumbrados, fizemos uma ou outra passagem por aldeias circundantes, uma descida alucinante num estradão que parecia estar coberto de manteiga (escorregava um bocadito) e umas passagens por zonas de bosque. De realçar a amabilidade das gentes que fomos encontrado pelo caminho, sempre muito simpáticas e bem dispostas com a malta das bicicletas que ia invadindo pacificamente as suas terras.
Com o passar dos quilómetros e das horas, a fome começou a apertar. Os irmãos Favaios escolherem um belíssimo local para o reforço. Umas minas abandonadas, um local bem bonito e que proporcionou umas fotos de belo efeito. A chegada a este local era bem interessante. Em single track pois está claro!
Após o repasto era hora de ajustar "estratégias". A esta altura os nossos conta-quilómetros marcavam 25 quilómetros. Alguma da malta já acusava o terreno acidentado e técnico até então, era hora de decisão para alguns dos participantes. Um breve briefing dos organizadores prevenindo as dificuldades que se avizinhavam nos próximos 10 quilómetros ditou a divisão dos 200 participantes do passeio. A malta que não estava tão fresca atalhou um pouco e fugia aos 10 fastidiosos quilómetros classificados pela organização.
A malta para não fugir à regra foi pela parte mais dura. E não foi nada do outro mundo. Perguntem ao Paulo se ele utilizou a prato de 22 dentes. Ou perguntem ao Filipe se ele não passou com a "mota" em todo lado. Ou perguntem ao camarada que por lá andava de single speed. E ao Zé que até voltava para trás nas subidas. Tinha umas "subidecas"! No entanto, para a malta menos preparada não era fácil.
Estes 10 quilómetros passaram rapidamente. O terreno mudou um pouco, encontrámos algumas zonas de bosque com cedros, estradões e um ou outro single track. Esta parte do percurso trouxe-nos reminiscências da Lousã. Este tipo de paisagem manteve-se nos quilómetros seguintes. Já próximo do final do passeio voltámos a encontrar terreno igual à parte inicial, onde o granito era factor dominante.

Para finalizar a manhã e depois do banho os irmãos Favaios reservaram uma surpresa para todos os participantes e acompanhantes. Uma belíssima almoçarada e convivo entre todos.

Parabéns pela fantástica organização. De frisar que tudo isto teve uma inscrição de: € 0,00. Leram bem foi um passeio completamente gratuito. As gentes de Campo de Jales estão de parabéns pela forma como receberam todos os participantes, pelo belo dia que nos proporcionaram e pelo forma extremamente sábia como promoveram a sua terra.

PARABÉNS a todos.

Após todas estas emoções vividas era hora de rumar a Coimbra. Ainda fizemos uma paragem em Lamego para visitar o Santuário da Nossa Senhora dos Remédios onde descemos e subimos a sua longa escadaria.
Terminámos o dia em Viseu com uma bela jantarada.

Para quando mais? Aqui fica a pergunta.

Boas pedaladas.

domingo, 18 de abril de 2010

Mato, single tracks e... chuva

Impelidos por uma força avassaladora, por uma vontade desmesurada, por uma determinação enorme, hoje proporcionámos a nós próprios uma manhã de mato, single tracks, na companhia de uma chuvita.
Marcámos ponto de encontro na ponte dos Casais. Apareceram: o Filipe, o Zé Carlos, o Nuno, e o Vruunno que ficou na sorna e atrasou-se uns minutos. Ficou a mudar a fralda à sua filhota. O homem já é pai! Parabéns pá!
Para não variarmos fomos pedalar para a zona de Cantanhede. Contudo hoje tínhamos um motivo forte. No próximo mês vamos os ter a visita de uns amigos do pedal de Almada e fomos a descoberta de novos caminhos.
A coisa até começou a correr bem. Na zona de Portunhos abrimos um single track junto à variante. Este single track tem de tudo. Começa com a presença da bela pedra de Ançã, de seguida passagem entre uns carvalheiros e termina num pequeno patamar para elevar os níveis de adrenalina.
Continuámos caminho percorrendo um outro single track já nosso conhecido e aproveitámos para desviar uns eucaliptos que estavam no caminho. A partir daqui era hora de procurar novos trilhos, hora galgar mato. E o quão sadio que estava, as nossas pernas é que sofreram.
Percorremos mais alguns caminhos até à zona da Cordinhã, onde aproveitámos para fazer uma paragem para comer uma "sandes mística".
Como a hora já ia um pouco adianta encetámos o regresso a casa na companhia de uma chuva torrencial. Citando o Vrunno, "molhados até à cueca!"
Para recordar fica uma manhã a galgar mato e a riscar o cromado. Uma manhã à maneira de BTT.

Para a semana há mais, mas no norte do país. Estaremos no PUF Rotas do Ouro em Vila Pouca de Aguiar. Estejam atentos porque vamos ter filmagens desse dia de BTT que se avizinha.

Boas pedaladas.